quarta-feira, 11 de abril de 2012

Dia 1 de Abril não houve volta domingueira.

Pois claro que é mentira de 1 de Abril!
Desde a formação do TapafurQs que a volta domingueira se realiza religiosamente, e no domingo de 1 de Abril esse desígnio foi mais uma vez cumprido.
Os heróis desta volta são os que seguem, de todos já conhecidos pelos habituais leitores, que se estimam em já mais de uma dezena!!

Da barriga maior para a mais pequena figuram o Zé, o Nuno, o António, o Serafim,
o Valente, o Agostinho e o Paulino.
 O palco da aventura seria o concelho de Arcos de Valdevez, com passagem pela freguesia de Cabreiro, onde seríamos presenteados com paisagens de beleza ímpar.

Nota: ainda que sejam dois ciclistas e a paisagem, esta não deixa de ser ímpar!
Mas a aventura começa, como é hábito, com a tomada do habitual cafezinho, na Pastelaria Dida (que por esta altura bem podia oferecer um patrociniozito, tantas as vezes é mencionada nestas crónicas)...

Saem 4 cafés e 2 pingos, ó faxavor!
  Antes do início foi ainda necessário convencer o Nuno que a chuva não caía, apesar das ameaças, já que se tinha refugiado no Tapamobil do Gusto...

Quantas assoalhadas tem o Tapamobil do Gusto?
Ok, vou, mas primeiro o reforço!
 Dar-se-ia então início à volta, patrocinada pelo Serafim e pelo Paulino, que dizia sobre a volta gizada:

Digo-vos, amigos, vai ser uma volta FÁCIL! Eu faço aquilo até de olhos fechados!!...
Entretanto o Agostinho, olhando para o infinito, pensava noutras coisas que poderia estar
a fazer... até de olhos fechados...

E de facto a volta iria ser muito FÁCIL, como documentam as fotos que seguem:

- Zé, vês como é FÁCIL levar a ginga às Costas?!
- Sim! E equilibrar o capacete na cabeça também é FÁCIL!
Realmente! Sair da mala do carro do Agostinho até foi FÁCIL!

No início do trilho até foi FÁCIL descer da bicicleta, pensava o Agostinho.
-Rapazes, seguir por aqui parece-me o mais FÁCIL!, indicava o Serafim...
Diz o Alone Ranger Valente, depois de queda aparatosa:
- Digo-vos, vai ser FÁCIL ficar com umas nódoas negras!
-Nuno, que estás a achar da volta?
- Acho que é FÁCIL dizermos muito sobre esta volta!
Entretanto, tendo havido ataque do milhafre ao Homem, era a vez do mafarrico atacar a Máquina:

É um tubeless, vai ser FÁCIL resolver o furo?!
Está então demonstrado que o percurso escolhido continha todos os ingredientes para ser FÁCIL, mas também LINDO.

Isto é LINDO ou FÁCIL???
Isto é LINDO!
Isto é LINDO!
Isto é muito LINDO!

LINDO!
Também é... LINDO, apesar dos ciclistas.
Tendo ficado para trás as quedas e os furos, era tempo de trilhar outros trilhos, perdoem o pleonasmo, também eles fantásticos e muito VARIADOS:









Este é pois o "resumo" de mais uma volta, onde reinou mais uma vez a boa disposição e o espírito do BTT.
Estão de parabéns os anfitriões Paulino e Serafim, respnsáveis por mais um sucesso domingueiro.
Antes da despedida resta dizer que os ausentes não serão alvo de qualquer sanção disciplinar, pois o maior castigo foi não terem participado em tão espectacular passeio.
Outras fotos poderão ser vistas AQUI

Boas pedaladas!

A. Ranger Valente

sábado, 7 de abril de 2012



TAPAFUROS EM PEREGRINAÇÃO A SANTIAGO DE COMPOSTELA.


Dias 28, 29 e 30 de Abril, os Tapafuros vão realizar aquela que é uma das principais actividades previstas para o ano de 2012.
O gosto comum destes companheiros pelas bicicletas, levou-nos a programar esta viagem, e que será vivida por cada um de nós com alegria, espírito peregrino e ansiosamente aguardada.
Há algum tempo que a ideia tem sido amadurecida e as arestas limadas, para que tudo corra como o desejado. Esperamos que sejam três dias bem divertidos, com o espírito que este grupo nos habituou, onde certamente a boa camaradagem existente sairá reforçada.
A experiência será relatada por nós, para que outros com a mesma vontade se aventurem pelos caminhos do Apóstolo.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Parabéns Valente

O ilustre membro dos Tapafuros Luis "Alone" Valente está hoje de parabéns.
Porque a data deve ser condignamente celebrada, fica aqui assinalada com uma imagem do nosso estimado Alone a fazer uma das coisas que mais gosta - andar de bicicleta.
Parabéns companheiro!

Restantes membros Tapafuros

quinta-feira, 5 de abril de 2012

A FOTO DA SEMANA #6

Domingo passado a volta teve lugar em Arcos de Valdevez, com destino à freguesia de Cabreiro.
Uma excelente volta, com paisagens de cortar a respiração, tal como documenta a foto que segue e que foi a escolhida para foto da semana.





 
Em breve a crónica desta magnífica volta.

Cumps BTTísticos,
A. Ranger

quinta-feira, 29 de março de 2012

A FOTO DA SEMANA #5

Esta semana a foto escolhida é a que segue:

Na Pegadinha, os bravos TapafurOs decidiram facer uma escultura biciclística de belo efeito.
Ok, o Viana destoa um bocado, mas não houve tempo de eliminá-lo com o Photoshop.
Pelo facto as nossas desculpas...

Nunca mais é domingo!

quarta-feira, 28 de março de 2012

Hora nova, sono velho


Ora aí está, comprovado cientificamente pelos bravos do pedal e das ciências (des) humanas. Depois de muitas horas de estudo e de experiências, pudemos comprovar a tempo e horas, por uma simples pesquisa na Internet, que o ritmo cicardiano pode tramar aqueles que se esquecem de colocar máquinas sofisticadas e barulhentas para contrariar o referido ritmo.
Mesmo para os que contrariaram o cicardiano, tentando usar a principal caraterística do país dos relógios, tiveram que enfrentar a inércia do sono e à hora marcada para a hora H a imagem era esta:
- Oh Vítor que horas são?- pergunta o António. -São 8 horas e 2 minutos, responde o primeiro.
  Ao Vítor e ao António só restou fazer horas. Pouco a pouco lá foram aparecendo alguns bravos do pedal. Por ora ainda estávamos otimistas mas ora a fazer contas ora a dar uns últimos retoques nas gingas chegamos à conclusão que não seríamos mais do que meia dúzia.
Claro está que a culpa não foi só dos relógios, os deveres matrimoniais, paternais e outros mais também tiveram influência nesta pouca afluência de bravos.
Agora que a hora já avançou bastante relativamente à hora H, decidimos dar o passo seguinte nas habituais voltas domingueiras. Hora da cafeína, um local bem perto do ponto de encontro e os mais retardatários sempre poderiam facilmente ir até lá.

Mais um pouco a fazer horas para ver se apareciam, fora de horas, mais alguns bravos do pedal.
Convém ressalvar que apesar de aparecer na foto “Máquinas Agrícolas”, as máquinas usadas por nós são preparadas para usar na montanha, são máquinas “montanhescas”.
São 8 horas e trinta minutos, já não dá para fazer mais horas, são horas de partir. E assim foi, 6 bravos do pedal fizeram-se à estrada, melhor à montanha, destino – Pegadinha.
Para aquecer os motores, o engenheiro do percurso, o Nuno, resolve, à semelhança do que aconteceu em Viana e em Ponte de Lima – 5 Km de ecovia, descer até ao rio e fazer 100 metros de ecovia. Não é fácil arranjar a proporção de tal equivalência face ao número de atletas e à temperatura do ar, muito agradável – diga-se. Mas os engenheiros é que sabem dessas coisas.
Começar as voltas com um pouco de ecovia parece que resulta bem, mesmo quando esse pouco é mesmo pouco, mesmo mesmo

A noite com poucas horas (ou não) parece também ter afetado a qualidade das fotos.
Foi tão pouco de ecovia que enquanto parei para tirar estas fotos medíocres, guardei a máquina e segui viagem, já não vi mais ciclistas na ecovia. Com o Nuno e o Agostinho na frente do pelotão só podem ter começado com um ritmo diabólico e já passaram para o outro lado da ponte. Ora, só me restava pedalar um pouco mais depressa e tentar apanhá-los. Nada no horizonte!!! voltar para trás e perguntar a um transeunte, ou um pescador. Surpreso, estávamos a voltar para o ponto de partida ou perto dele, lá encontrei, finalmente, o restante grupo. Estava o aquecimento feito, está na hora de subir. E assim foi, primeiro pelas vielas e ruelas da Vila de Ponte da Barca para logo de seguida percorrermos umas calçadas novas para a maioria do grupo.
Findas essas novas calçadas seguimos por trilhos conhecidos até à Pegadinha.
-Ora Agostinho, eles sabem o caminho.
Deixem-me só arranjar a indumentária que eu já os apanho.


E não é que apanhou mesmo, reparem bem na foto – o grande plano é do Rui mas lá na frente, coladinho ao Nuno e o Agostinho, vai o Vítor.
O que é que eu poderei arranjar na minha indumentária para conseguir apanhá-los?!
Mais do que a tempo e horas, o ritmo imposto pelos fugitivos era mesmo diabólico, chegamos à Pegadinha. Por falar em Pegadinha, mal lá chegamos resolvemos fazer uma pegadinha (brasileiro) com as nossas gingas.
Vês Viana, vês! não caiem ...
O Viana ficou sem palavras, se fosse o Filipe não seria de admirar. Neste caso foi mesmo a pegadinha (brasileiro). Passada a admiração e estupefação da pegadinha foi hora de pegar uma foto  de grupo.
O Agostinho quis solidarizar-se com os outros e ficou ao mesmo nível

A solidariedade do Agostinho foi por pouco tempo, de regresso à estrada, melhor, aos caminhos, é vê-los partir!
Aqueles dois estragaram o piso todo agora já ninguém consegue subir - contestam os outros elementos do grupo
Vencido o primeiro obstáculo é hora de partir para o próximo, toca a subir até ao 700 metros do nível do mar. Para chegar ao topo da serra de Oural os 4 bravos lá tiveram que perseguir os dois fugitivos. Mesmo apeados ainda seguiam na frente.
- Despacha-te Agostinho que eles vêm já aí.

Numa perseguição sem tréguas, toca a pedalar rumo a Oural. Ora, ora, o espírito de camaradagem dos bravos do pelotão não foi descurado, vejam só:

Ah, Ah, um jeito na indumentária e aqui estou eu - diz o Rui

Ora cá estão os bravos do pedal no topo da montanha:

Um, dois, três, quatro, cinco, seis.

Face ao esforço despendido o António resolve telefonar, com muitas interferências na chamada, à sua paixão para lhe pedir que colocasse uma garrafinha no congelador para repor as energias no final da volta. Vai daí, notícia espalhada aos sete ventos, digo seis bravos, toca a descer num ritmo corajoso. Por trilhos conhecidos mas muito interessantes de se fazerem fomos parar a Lavradas e daí até à casa do António, pela ecovia, foi um tirinho, principalmente para os dois fugitivos. Quando os restantes quatro chegaram já os outros estavam de saída. Não, não foi assim, só a parte da saída, a esposa do António obrigou-os a esperar pelos companheiros :-), não estivesse ele no grupo dos retardatários.
Hora, a tempo e horas, do debriefing:

Um, dois, três, quatro, cinco, seis, + o António e o Nuno, oito?!?!
Correção – onde se lê “notícia espalhada aos sete ventos” deve ler-se “notícia espalhada aos oito ventos”.
Parece que houve gente a dispensar da prova Oural. Os que tiveram que ir à prova Oural tiveram a felicidade de não encontrar o milhafre, tal era a velocidade imposta e tão poucos eram os ciclistas, e as duas quedas registadas não tiveram quaisquer consequências.
Uma volta fantástica.

Mais fotos do passeio AQUI

Abraços Tapafurísticos

António Galvão



terça-feira, 27 de março de 2012

10º ENCONTRO LUSO-GALAICO DE BTT e os TapafurOs

Dia 22 de Abril terá lugar o 10º ENCONTRO LUSO-GALAICO DE BTT, uma organização da Câmara Municipal de Esposende e da Esposende 2000 E.E.M..



Na edição anterior o TapafurOs BTT Clube participou com 4 dos seus elementos, mas este ano a participação será muito mais alargada.

Os bravos TapafurOs, participantes da edição de 2011.


Será mais um dia de festa do BTT, num evento que se espera bem organizado e muito participado, à imagem das edições anteriores.

Desde já os votos de mais um sucesso e.... encontramo-nos nos trilhos.

Cumps BTTísticos

sábado, 24 de março de 2012

À volta das 8, há volta em Ponte de Lima!

Antes de começar as verter baboseiras, já próprias destas crónicas que pretendem ser um relato das voltas domingueiras, um aparte para o nosso companheiro Agostinho:

Agostinho amigo:
Definição de descidas – declives que podem ser muito ou pouco inclinados e que constituem terreno muito agradável para a pratica de BTT, e são precisamente o contrario de subidas.
Agora que tens a definição, sai do melhor Blog do mundo e vais decorar aquele importante conceito, de maneira a não mais te esquecer. Um conselho: repete a definição um numero suficiente de vezes (1004567964,87 parece-me razoável), sempre seguido do pensamento “não volto a planear percursos diabólicos para os meus colegas”. Vá, agora vais para o teu quarto fazer este trabalho.



18-03-2012 
Quanto à volta, não foge daquilo que já vem sendo hábito...
Seguindo a recomendação do Valente eram oito horas da manhã, e já todo grupo equipado a rigor reunia-se em Terras Limianas. Bem, todo o grupo não! Faltava o Valente... Mas que grande lata a deste menino... marca a volta para horas impróprias e depois baldou-se... parece-me que vai haver penalizarão. Para além do correligionário referido faltaram mais alguns, cujas faltas não incorrem em penalizações por previamente anunciadas e autorizadas.
Por indicação do Valente reunimos às 8h...mas cadê o Valente?

Estava na hora de partir, e eis a primeira dificuldade: convencer o Angelo que a volta não era apenas até ao Telhadinhos. Entre todos lá conseguimos por o homem a pedalar.

(Agostinho a tua tarefa é para agora e não para depois… )

Para minha grande surpresa, o Agostinho conduziu-nos pela ecovia em ritmo suave. Comecei a elogiar o companheirismo do anfitrião, pois pensei que tal percurso foi a pensar na recuperação do meu joelho, ainda demasiado frágil para altas pedaladas. Engano meu, puro engano meu...

Bertiandos, primeira paragem para a cafeína matinal. Como a hora era imprópria para andar de bicicleta o café estava fechado e foi ver o pânico na cara de alguns elementos privados da substancia necessária ao despertar do corpo e da mente.
Bom mas tudo se resolveu, e o momento foi também aproveitado para o mecânico de serviço (Isá) proceder algumas reparações e afinações de ultima hora, pois o Nuno estava com medo de perder peças insubstituíveis na sua ginga.
O café abriu mesmo a horas! Para o mascarado ainda era de noite:"Ei quem apagou as luzes?"

Isá explica a Nuno: "Bem vês, a onda bate no raio e recua..."

Feitas as reparações seguimos mais animados em direcção ao terreno favorito do Tapafuros, a montanha erguia-se diante de nós.
(Agostinho volta para o teu quarto cumprir as tuas obrigações e deixa lá a crónica para outra altura.)
Por esta altura rolavamos por terrenos bem planos de tal forma que eu continuava a elogiar o percurso escolhido e a consideração demonstrada para com os meus parafusos.
Cantando alegremente: Ai hoooo! Ai hooo! Pro monte agora eu vou!!!!

Eis então que surge uma primeira subida daquelas que sempre que se faz uma curva o coração pára de bater tal é o panorama que se eleva diante de nós. Foi bonito de ver o Serafim o António o Agostinho o Steven e mais alguns a subir à mesma velocidade que eu desço. Mas como não queria dar parte de fraco, toca a fazer uma cara alegre e a trepar como gente grande, sempre animado pelos pensamentos que me ocorriam em relação ao Agostinho, o responsável pelo percurso, mas que não vou contar porque este blogue é visitado por senhoras e crianças. Os elogios atrás proferidos foram rapidamente esquecidos e trocados por outras palavras fáceis de imaginar. O problema é que a subida não acabava e eu tive uma noção exacta da solidão que o Valente passava quando começou a pedalar com o grupo. Sozinho e apenas orientado por uns corta-ventos multicolores que seguiam a muita distancia bem perto da linha do horizonte. Mas enfim, antes quebrar que torcer e siga monte acima. (Agostinho … para o quarto já…)
Subia que se fartava! Pufff Pufff - diz o Vitor!

Chegados ao Cerquido via-mos a Capela de Santa Justa e a Sr.ª do Minho já bem perto de nós, e aqui todos nós tememos que o organizador se pusesse com ideias malucas de subir mais um pouco. Através de gestos bem elucidativos tentamos demonstrar o que lhe aconteceria se decidisse subir até ao infinito (a mim parecia-me o infinito…)
Sujeitos a estrangulamento vários: O Nuno(na foto) que achava piada e o Agostinho que marcou a "volta suave"
Disfarçado o pânico que a (quase) todos nos assistia, lá convencemos o homem que era hora de rumar a outras paragens. Cabração em Ponte do Lima foi a rota definida. Peripécias houve muitas.
A paisagem era bonita mas esses tipos ficaram à frente
Miguel a 253Kmh
Reparem no Serafim (de vermelho) a executar uma égua a 187 kmh!!!!!!
Nuno a puxar o Steven (EHEHEHE!)

Descidas por sítios que nem ao diabo lembrava, caminhos que não levavam a lado nenhum e que nos obrigou a retornar, mas que serviram para causar a queda do Filipe, felizmente sem consequências graves para a bike, mas com mais pontos num joelho do que os obtidos pelo Sporting nos últimos quatro jogos, e até porque as pernas curam-se.
O horror... o drama: momento LUA VERMELHA!
Antonio a driblar os 30 eucaliptos que fizeram cair o Filipe!!

Seguiu-se o habitual ataque do milhafre. Desta vez foi o Angelo o escolhido, mas como tínhamos o Isá connosco, o furo foi reparado como se estivéssemos nas box de uma qualquer marca de f1.
11,7 segundos depois de furada e a roda estava no sitio. BRILHANTE!

A parte final foi pois percorrida a ritmo acelerado pois a hora já ia avançada, e não nos permitiu usufruir da bela paisagem das zonas húmidas das lagoas de Bertiandos. Chegados a Ponte do Lima excepcionalmente o grupo tomou uma decisão da qual não nos podemos orgulhar e que certamente manchará o curriculum deste grupo. 
A chegada a Ponte de Lima sem direito a debriefing...tsss tsss não se faz!

Molhados, enlameados alguns (eu principalmente) mais morto que vivo, atrasados para a hora sagrada do almoço em família, dispensamos o indispensável momento do levantamento do copo para um brinde por mais uma, apesar de tudo, excelente volta.

Pronto Agostinho já podes vir ler a crónica.


Mais fotos do passeio de Ponte de Lima AQUI
Abraços Tapafurísticos,
José Duarte
Nunca mais é domingo.