sábado, 17 de dezembro de 2011

I Jantar Anual do tapa furQs BTT Clube

Quem ler o título pensará tratar-se de um convite mas, lamentamos desiludi-los, trata-se "apenas" da crónica sobre o nosso primeiro jantar do clube.

Assim, no passado dia 7 de Dezembro teve lugar em Ponte de Lima, mais concretamente no Restaurante Manuel Padeiro, aquele que ficará para a história como o “I Primeiro Jantar Anual do tapa furQs BTT Clube”!
O evento impunha-se pois foi há pouco mais de um ano as aventuras domingueiras começaram, repetindo-se domingo após domingo.

Aos primeiros sete magníficos, melhor identificados na foto infra, logo se juntaram mais cinco, formação que até aos dias de hoje se manteve. Pelo meio mais alguns se juntaram, e connosco partilharam o gosto de calcorrear os trilhos, alguns deles com expectativas fundadas de poder formalmente ingressar neste grupo de amigos a que chamamos Clube.


Primeira volta, Setembro de 2010. Da esquerda para a direita:
Valente (A. Ranger), Agostinho, Miguel, Paulino, Zé Duarte, Isá e Angelo. 
Números 1, 2, 5, 6 e 10:
Serafim, Viana, Zé Costa, Pedro e Miguel

Assim, para além do convívio proporcionado, este jantar serviu como reunião ordinária do clube para tratar de outros assuntos e planos para o futuro, sendo que o mais importante seria a decisão de admitirmos oficialmente cinco novos elementos e ainda quatro novos “estagiários”.

Angelo e Alone Ranger a preparar o alinhamento da reunião.
Lamentavelmente na foto ficaram retratadas as latas de coca-cola! O Paulino fartou-se de beber!
No entanto primeiro que tudo havia que vencer as primeiras etapas, isto é, fazer o aquecimento (com as entradas), atacar a parte mais “puxada” do percurso (o bacalhau, a posta ou o sarrabulho) e sprintar para a recta final (com as deliciosas e variadas sobremesas).




Para o João Pedro foi solicitada uma sobremesa especial: bolo de bolacha, claro está!

Chorrilhos de disparates foram proferidos, como não podia deixar de ser, num jantar bem animado!






 


Findas as hostilidades e enquanto eram servidos os digestivos, após breve conferência foi decidido admitir como membros oficiais do tapa furQs BTT Clube, os seguintes:

João Pedro (MONSTRO DAS BOLACHAS) 

Nuno (O ACHADOR)

Rui (BIG WEELS)

Vitor (TERROR DO ASFALTO)

Filipe (O ANÓNIMO)
oK, não digam mais, não são grande coisa, mas também o não são como ciclistas, por isso está tudo bem. (lol) São no entanto grandes companheiros e amigos, e para nós isso é o que interessa!
E por outro lado, esperem até ver aqueles que foram admitidos como caloiros (as fotos são mais pequenas, pois são caloiros!):

Nuno

Filipe

Mário

António
Fraquinhos não é? Pois é! Mas como o clube Superfraquinhos não está a fazer admissões, ficamos nós com eles, para não ficarem órfãos. Isto sim é serviço público!

Faltava então tratar da "papelada" inerente à admissão, com o preenchimento do
boletim de candidatura o qual teria de ser rubricado posteriormente por um padrinho...
... e proceder ao juramento:

Finalmente, e como não poderia deixar de ser, foi tirada a foto de grupo, sendo que alguns menos apressados ainda tiveram oportunidade de confraternizar mais um pouco.
Antes de finalizar, uma palavra de agradecimento ao Agostinho, pois foi ele o responsável pela organização do jantar.

Os dezanove magníficos! Viva o tapa furQs!
Todas as fotos:



Cumps
A. Ranger

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Há muito tempo atrás ... na Miranda, foi a 4 de Dezembro!

Com tanto tempo decorrido entre a volta efectuada e a escrita da costumeira crónica vai ser difícil lembrar-me de todos os pormenores da volta Domingueira do passado dia 04 de Dezembro. Pormenores esses que nem no próprio dia estavam muitos claros, e isso, porque a volta por terras de Valdevez e as matas da Miranda conjugado com a nossa aceitação a uma das paixões do JP por cogumelos, fez com a certa altura víssemos duendes, cisnes e sapos fluorescentes… mas lá chegaremos.

Às 7:30 da manhã os bravos e determinados ciclistas que ainda não tinham acertado o relógio para a hora de Inverno apresentaram-se, de lycras vestidos, na sede temporária dos Tapafuros (uma pastelaria dos Arcos de Valdevez enquanto dura o tempo do cofee break!) para se “cafeínarem” antes de saltarem para os selins (acho que todos tinham selins mas não verifiquei!). 
Faltou aqui o estratega da volta, o companheiro Serafim, que por motivos de força maior se viu impossibilitado de participar. Apareceram 8 Tapafuros. 
Que é isto? Uns de fatos com luzes e um de pijama? Que raio....ele há coisas!!!
Ao estilo comandos, os possuidores de GPS aproveitaram para sincronizar aparelhos. O facto de a hora não ser a mesma nos dois gingamoichinhos não causou estranheza devido ao Jet Lag, agora o facto de o GPS do Valente dizer Salamanca 1 km é que fez torcer narizes.
-“É da falta de satélites, isso melhora lá fora!” – Justificou-se o elemento.
Como "falta de satélites" se não tivemos notícia de que tivesse caído algum? Em princípio estão lá todos.
A sincronia dos gingamoichinhos, mas os pormenores nos mapas são obscuros.Afinal para onde é o Norte?

Adiante...
Porque só compareceram oito elementos, o que é de alguma forma pouco para o habitual das últimas voltas Tapafureiras, até merecem o destaque da nomeação: João Pedro, Valente, Agostinho, Nuno, Angelo, Vitor, Paulino e o Filipe.
Volta que se preze não pode deixar de ter inaugurações e desta vez seria a excelente backpack do Agostinho, de cores vibrantes e capacidade para 82 litros bem aviados de Favaios.
Aqui cabe praticamente tudo: apenas o torno mecânico teve de ficar de fora, mas o resto veio!

Arrancamos em direcção a cima, que mais poderia ser?
Esbaforidos e ofegantes rumamos até à Srª do Castelo onde aproveitamos para tirar uma foto de grupo. A manhã cinzenta a lembrar que a qualquer momento poderíamos, no meio do nevoeiro, esbarrarmos com um Sebastião desnorteado de regresso de uma qualquer campanha de África e confundir-nos com mouros, fazia com que usássemos de cautelas especiais.
A contar da esquerda para a direita: 1,2,3,4,5,6,7,8.


Nas matas circundantes à capela da Srª. do Castelo não encontramos o Sebastião mas demos de caras (para não dizer trombas tendo em conta a cara de alguns de nós àquela hora da manhã) com as primeiras coisas estranhas do dia: cogumelos e esculturas naturais… ou não.
O QUEEEE? Ouve Nuno -diz o JP - O cogumelo é perfeitamente comestível, e sem efeitos secundários!
Aqui! - diz o JP - foi onde viveu a Smurfina!


Os cogumelos são uma das perdições do JP e como tal logo nos deu uma palestra acerca dos benefícios desses fungos numa alimentação equilibrada e saudável. Convencidos mas pouco lá provamos as iguarias (brincadeira!!!! somos tolos mas nem tanto!) e só vos digo: a partir dali nunca mais as coisas foram as mesmas. 
Cresceu um cogumelo na roda do JP?

Não sabemos se as capacidades alucinógenas da iguaria, tiveram a ver com o facto, mas o que é certo é que ouvia-se música dos “The doors” e haviam estrelas esvoaçantes e unicórnios a saltitarem à nossa volta que colocavam um sorriso meio estúpido na cara dos ciclistas.

Seguimos caminho até à Sr.ª da cabeça e aqui dividimo-nos, uns já estavam em Guilhadezes enquanto os mais atrasados ainda vinham em Monte Redondo (o autor esclarece que as placas distam uma da outra 4 metros que é a largura da estrada).
Nesta altura o Valente olhou para o GPS e exclamou: “Olha estamos na fronteira de Castilla-Leon!” – ...pois...não se passa nada, devia ser dos cogumelos.
Os quatro que JÁ iam em Guilhadezes
Os quatro que AINDA iam em Monte Redondo

As matas da Miranda, assim designadas genericamente, são de beleza inigualável e é sempre com imenso prazer que por lá andamos. Caminho acima, caminho abaixo, o “efeito cogumelo” e a maravilhosa paisagem fazem de nós novos homens e portanto passamos a ser: o Asdrúbal, o Gervásio, o Anacleto, o Camilo, o Fagundes, o Caetano, o Domingos e o Tone. J

De alma rebaptizada, os intrépidos ciclistas decidiram que era hora de um novo reforço. Por isso toca a parar junto de um tasco que é o melhor parque de merendas que conhecemos. O Sr. Pedreira das Aveleiras gentilmente nos colocou uma questão de suma importância: vinho novo ou velho?
A favor do velho a qualidade já reconhecida, pelo novo o facto de ainda estar levemente frutado. Vamos para o novo!
O que não imaginávamos é que a adega donde o néctar está guardado tinha sido construída pelos hobbits o que fica bem patente na oportuna foto do Alone.
Lá em baixo a adega! Huummmm pipas!!!

Ainda deu para comprar umas maçãs e sermos brindados com uma generosa oferta de figos secos por parte do simpático proprietário da venda, o que se viria a tornar precioso mais tarde, já que o chichar de dentes permite sempre recuperar alimento que se aloja nos espaços servindo assim de reserva energética.
Que bem nos tratou este simpático amigo. Bem haja!

Monte acima novamente (seguindo o plano original do Serafim), chegamos a nova zona de trilhos fantásticos e paisagens exuberantes.
Foi aqui, no estradão que dá à cruz vermelha que decidimos para outra vez para comer.
- “Ainda bem.” – disse o Valente – “ A zona de Torremolinos é muito bonita!”- exclamou a olhar par o GPS.
As bananas made in Nasa e chocolates made in Carcavelos saltaram cá para fora e foram avidamente deglutidas, já que o branco novo abrira o apetite.
Vamos outra vez para a tasca? - Parecem perguntar...

Assinalamos o encontro imediato com uma motorizada que por pouco não sofria uma operação stop o que a julgar pelo zig-zagueado do motociclo poderia resultar na apreensão do veículo e no levantamento de um auto contra-ordenacional ao condutor soubesse ele onde estava e o que era isso…
Valente: Uma operação Stop no meio da mata é que era!

Seguimos para as descidas, que é afinal o que nos motiva e nos faz olhar para trás e pensar: “Se viéssemos ao contrário isto era uma subida!

Sem grandes ocorrências a assinalar e com o tempo já apertado para o regresso ás viaturas auto-próprias, rumamos via estrada nacional até Arcos de Valdevez, excepção feita ao Gps do Valente que indicava que estávamos na Zona histórica de Badajós a 50 km/h!!!!
Não houve tempo para debriefing (sobre este assunto dos debriefings, brevemente traremos a publico algumas indicações sobre como deve ser feito um !! Fiquem atentos).
Cumpriu-se mais uma volta e bem bonita, digo eu. Poucos Tapafuros e sem friends mas os que foram assinalaram condignamente a passagem por terras Arcuenses na fantástica paisagem da Miranda.
Abraços.


Ahhhh é verdade! Não me esqueci dos duendes, cisnes e sapos fluorescentes. ÓOh PRA ELES AQUI

De reparar que no pequeno lago há dois grandes cisnes e no grande lago há um pequeno pato. Ao centro do pequeno lago 3 sapos bué de verdes e fluorescentes - Altamente!
O gajo ao lado do pelicano é um gnomo ou não é um gnomo? A tipa de braços ao alto ou está a ser assaltada... ou não!

 
Quanto aos cogumelos foram só para apreciar, mas a musica dos The doors é uma “trip” – Jim Morrison forever

Fiquem bem
Abraços Tapafuristicos
Ang3lo

sábado, 3 de dezembro de 2011

A volta domingueira volta a Ponte de Lima

Em vésperas de nova volta (amanhã é domingo!), cumpre relatar o acontecido no passado dia 27 de Novembro.
Cabia aos de Ponte de Lima organizarem a volta, e como habitual às 7.30 horas o largo de S. João assistia à chegada, um a um, dos homens das lycras, muitos deles bem agasalhados, pois a temperatura não estava nada amena àquela hora. Felizmente a chuva iria honrar-nos com a sua ausência, pelo que estavam reunidas todas as condições para mais uma bela aventura bttística.

Depois do café da praxe no Café Central, alinhamo-nos para aquela que seria a primeira foto do dia, tirada pelo pai do Steven.

Da esquerda para a direita: Vitor, Viana, João Miguel, Steven, Miguel, Rui,
Agostinho, António, Nuno, Valente, Nuno Barreto e Serafim.

Repare-se que alguns dos atletas facilmente poderiam ser confundidos por terroristas ou até foras-da-lei do Oeste.
A novidade era a participação do jovem João Miguel, amigo do Nuno, participação essa que viria a ser muito curta, como adiante se verá.
Os demais tapa-furQs por motivos vários não puderam comparecer, pelo que serão penalizados pela falta... ou não!
Partida pela ecovia, na direcção de Viana, para um primeiro aquecimento.

Alguns, valentes, dispensam ainda a calça comprida.
Ainda em plena ecovia, toca o telemóvel do A. Ranger, que tem a particularidade de estar sempre ligado: era o Filipe A. (A. de anónimo) que tinha adormecido, mas ainda assim não queria deixar de cumprir com a sua obrigação domingueira.
Após ser severamente advertido, porque chegar tarde é quase tão grave como faltar, foi combinado que o encontraríamos mais adiante,  na Seara, e assim foi.

Todos reunidos atacamos o trilho do Caminho de Santiago, em sentido oposto até à Facha, onde a primeira ocorrência do dia sucedeu:

Cadê João Miguel?!?
 Pois, é, as subidas começavam a aparecer, e com o Agostinho na frente, tornava-se difícil para o jovem João Miguel acompanhar "os cotas"; isto aliado a não ter idade para beber Favaios fatal, e após trocar impressões com o Nuno este decidiu que o seu amigo teria que voltar para trás, pois as subidas ainda estavam no início.
Com tristeza concordámos, pois era o mais sensato.

Não olhem para mim! Eu até estava a ir devagarinho!
Seguimos então viagem, pois o percurso gizado pelo Agostinho tinha de ser cumprido.
Logo mais subidas, pois então, que o objectivo era a capela da Senhora da Conceição em Fojo Lobal.


 
À mão ou a pedalar, o que era preciso era lá chegar...

A pandilha avançava a bom ritmo, mas desta vez, ao contrário da Castanhada, o Serafim não ficou para trás, o que deu azo a que pelo caminho ainda perdêssemos o Rui! Foi só um pequeno engano, ele que tinha ficado um pouco para trás.

Serafim relembrava: Comigo, só o Rui fica para trás?!
Ah, o ar puro das montanhas!!!!
Chegados à capela de Nª Srª da Conceição, aproveitamos para a habitual pausa para o reforço, e foto de grupo, esperando-nos ainda duas surpresas: a primeira bem agradável, pois o Vitor tinha levado Favaios!!!

Isto sim é um tapa furQs! A combinação com a banana é do melhor!
A outra surpresa era menos agradável: um furo na roda traseira do Steven!
Olhámos uns para os outros, pois claro, porque o Isá não estava, ele que é o nosso melhor técnico!
Ainda sugerimos ao Steven que ligasse para a assistência em viagem, mas logo se meteu mãos à obra.

Tenho um furo, penso eu de que...
Enquanto alguns metiam mãos à obra, outros malandros apenas se limitavam a saborear o espirituoso Favaios.

Que chatice! Um furo em plena degustação! Que maçada!
A verdade é que depressa se resolveu a questão, e antes de iniciarmos a marcha, altura para a foto de grupo, após obtermos a plataforma para colocarmos a máquina fotográfica:

O pormenor do calço...
...e a foto, bem catita.
Seguimos para um trilho bem nosso conhecido de outras voltas, e tão do nosso agrado, com um single track espectacular, e onde fizemos umas brincadeiras (ver vídeo/post anterior), e dali seguimos viagem, sempre a descer, até Ponte de Lima.


Sendo ainda necessário vencer alguns obstáculos.

Como já é habitual em terras limianas, o debriefing teve lugar No Telhadinhos, onde procedemos a re--hidratação tão importante após tão violento esforço físico.


 
Nuno pá, O QUE ACHASTE DA VOLTA????
GOSTASTE(S)?????

Em baixo, o percurso.
Cumps.
A.Ranger


quinta-feira, 1 de dezembro de 2011