sábado, 17 de setembro de 2011

A domingueira nas Feiras Novas

Quero ir às Feiras Novas,
Festas de Ponte de Lima,
Quero ir às Feiras Novas,
Ao toque da concertina.

Este foi o mote para a volta domingueira, pois quis o destino que no pretérito dia 11 a organização da mesma coubesse aos de Ponte de Lima, coincidindo com o domingo de Feiras Novas.

Assim, de manhã cedo (7:30), apresentaram-se os domingueiros nas suas vestes ciclísticas, vulgo lycras, olhados com alguma/muita admiração por parte dos romeiros que àquela hora ainda faziam festa cantando em uníssono mas de forma pouco afinada "A mulher gorda para mim não me convém..." exclamando à nossa passagem: "olha! as cicletas! " enquanto eram empurrados pelos obreiros da Câmara Municipal que tentavam limpar o lixo acumulado durante a noite, sob o olhar da PSP que com a sua presença tentava convencer os mais resistentes que a hora da Vitinho já tinha passado há muito!


Os funcionários camarários munidos de valentes "assopradores", juntando os
despojos de uma noite de folia!
Antes de arrancar rumo ao nosso destino os indefectíveis da cafeína e os dois do pingo cumpriram o ritual da tomada do cafezinho, excepção feita aos dois convidados João e Victor.

João à esquerda e o Victor (que nos tem acompanhado com regularidade) à direita.

 Talvez não estejam a reconhecer o João, por estar trajado de ciclista, mas aqui fica uma foto sua "à civil":

Cá está, todos o reconhecem: é o Monstro das Bolachas.
O João, munido de uma mochila capaz de ombrear com a do Alone Ranger (e todos sabem como isso é quase impossível) foi todo o percurso abrindo pacotes e pacotes de bolachas que foi devorando sem cessar. Aqui está uma imagem bem elucidativa:

- Já pedalei tanto e ainda só vou no terceiro pacote!!!
Esta volta, por oposição à anterior, foi rica nos detalhes que caracterizam as voltas dos tapa furQs.
Senão vejamos:

Houve novidades:
As ferraduras de encaixe novas (daquela marca que não podemos fazer publicidade, a Shimano)
complementadas pelo sapato a estrear (não havia da Sanjo), com que o Isá se apresentou nesta volta...


... e que normalmente vêm equipadas com um kit de pelo menos 3 quedas.
Felizmente o Isá resolveu não gastar nenhuma delas nesta volta, antes aproveitando
para demonstrações de perícia.

Houve quedas e momento Lua Vermelha:
Não caiu o Isá, mas antes o Victor que, num momento menos feliz (a subir!) deu uma pequena queda. Logo todos acorreram para ver se a Specialized tinha tido algum estrago, e tendo-se confirmado que não, percebemos que o joelho do Victor apresentava uma pequena mazela, sem problema de maior para o resto dos companheiros!! :)

Repare-se na combinação com as cores da Specialized, e nos culpados pela queda: os SPD daquela marca...

Houve enganos no percurso:

É o que dá andar com dois GPS!!!
 Houve bananas made in NASA:

Em primeiro plano, um exclusivo do Ang3lo, o qual detém os direitos de importação
de tal artigo da mais alta tecnologia alimentar.
E claro, mesmo sem a presença do Filipe Ramos, houve furo:
Desta feita a vítima do Milhafre foi o Paulino!
A equipa de reparação liderada pelo Isá logo se reuniu para resolução do problema....

...enquanto o Viana tentava afastar o Milhafre com aquilo que tinha mais à mão já que ninguém,
mais uma vez, tinha trazido o comando da MEO!

Mas houve mais:
Já vos disse que o João comeu bué de bolachas?!
Voltando um pouco ao início:
O destino era S. Lourenço de Armada, passando pela Capela de Santa Catarina, freguesia da Ribeira.
De início um pouco de ecovia, para logo a subida acentuada até Santa Catarina, onde foi tirada a primeira foto de grupo.
Um início enganador, pois muito havia que subir...
Vencida a primeira etapa.
A seguir upa upa até às antenas, com o Agostinho a liderar o grupo:
Pela expressão até parece que ia a descer...
...mas não, era mesmo a subir, não é Ó rapaziada lá de trás?!
Chegados às antenas, segunda etapa cumprida. Para além da reposição de líquidos e
sólidos, ainda houve tempo para o Paulino ensinar ao Ang3lo como posar
para as fotografias...
Última etapa da subida, com términus em S. Lourenço de Armada,
Capela de construção singela e invulgar, num local de belíssima paisagem...

...onde o João aproveitou para abrir um novo pacote de bolachas!!
Havia que apreciar a paisagem...
...comer bolachas...
...e no intervalo tirar a foto de grupo.
Entretanto uma dúvida assolava o espírito do nosso amigo e companheiro assíduo das últimas voltas, o Filipe Araújo, de alcunha "O Anónimo", alcunha esta que adveio da forma como se nos apresentou num primeiro contacto com o tapa furQs.

Filipe, para os seus botões:
"Não sei se vista o impermeável! Está a ficar frio, se calhar até chove, e agora é a descer!"
Se bem o pensou, melhor o fez e, num acto resoluto, como quem é Ministro das Finanças e leva de uma assentada metade do subsídio de Natal sem apelo nem agravo, sacou do seu impermeável a estrear, cuidadosamente escolhido na Decathlon...

...NA SECÇÃO DE PESCA!!!!

Segundo alguns, tal design destinar-se-ia a proteger as zonas sensíveis do ciclista, impedindo a entrada de humidades e correntes de ar passíveis de "constipar" os baixios!
Não ficámos convencidos, sendo certo que, para quem pedalava atrás do Filipe, o passeio tornou-se mais leve, pois deu para aproveitar o enorme cone de ar produzido!
Um modelo de impermeável que carece de mais testes para aferir das
eventuais vantagens na prática do BTT.
A seguir foi sempre a descer, tendo sido esta secção do percurso
(escolhida pelo Agostinho) a responsável pelo furo já relatado.
A descer todos os santos ajudam, e depressa chegámos a Ponte de Lima,
onde uma multidão nos aguardava... ou não!
Paragem obrigatória no Telhadinhos, onde se desgustaram umas malguinhas, com o Ang3lo a não resistir a uma "consola na racha":
O Paulino aviava um Frutol, enquanto o João ligava para o fornecedor das bolachas.
Os barqueiros, antes da despedida, ainda tiraram uma foto com os cabeçudos mas, talvez pela qualidade da foto, torna-se difícil distinguir uns dos outros. :)
Portanto: João cabeçudo, digo, João, Cabeçudo, ...Victor...
E assim chega ao final a já longa crónica domingueira.
Antes dos abraços tapafurísticos ficam de uma assentada o track e resumo gráfico.
26,8 Km e 1079 metros subida acumulada.
O track AQUI.

Agora sim, aquele abraço.

Alone Ranger

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Domingueira: com ou sem champarrião? Sim ou... talvez não!?

Pois muito bem, a crónica domingueira do pretérito dia 4 de Setembro chega agora à luz do dia.
A culpa é das romarias minhotas, no caso as Feiras Novas, que não nos deixam tempo para as lides literárias, mas como diz o ditado, nem só de letras vive o homem, e também mais vale tarde que nunca.

A organização cabia ao Filipe Ramos e ao Zé Costa, já que o nosso mui estimado Zé Duarte continua "de baixa" pois ainda não trocou as peças do joelho. Aquilo é modelo que não vingou, poucos foram feitos pois cedo deram raia, e peças suplentes não há.

Felizmente esta semana um ferreiro mui experimentado irá fazer um enxerto personalizado, e todos fazemos votos que tenha muito êxito em tão delicada tarefa, pois o nosso companheiro e a sua KTM tamanho "xs" fazem falta nas nossas domingueiras.

Grande companheiro. Felizmente as articulações do cotovelo continuam sãs, fruto
talvez de uma boa e regular prática desportiva ao nível dos membros superiores.


Os nossos anfitriões no café Chafarrica, a discutirem os últimos pormenores do percurso.
Zé Costa: Ó pá, até podíamos subir por ali, mas não te esqueças que hoje o Alone Ranger também veio!!!!

A expectativa era grande, pois tinham-nos prometido que o percurso passaria pelo Café Caçana, o famoso do Champarrião, e por isso o êxito da volta estava garantido à partida.
Por outro lado, e estando presente o Filipe, o número de furos podia muito bem ascender aos dois dígitos e começávamos todos a fazer contas se teríamos trazido câmaras de ar suficientes!
Talvez a coisa corresse bem... ou talvez não!

Entretanto, e na ânsia de chegar ao champarrião, o Ang3lo e o Isá, ignorando as mais completas instruções sobre o local de encontro, o café Chafarrica (ele há cada nome!!) logo se apresentaram à porta do Caçana!!!

O Filipe, em contacto com o Ang3lo, tentando convencê-lo que não estava no local certo.
Este teimava em não sair da porta do Caçana! Felizmente (ou não!!!) àquela hora estava fechado!
Entretanto, dentro do Chafarrica, o Paulino bebia um café (sim, um café!!) enquanto o Victor (que mais uma vez nos honrou com a sua presença) teimava em não largar o jornal desportivo, que lia muito atentamente!!

Importa aqui fazer um desmentido. Crónicas atrás foi dito que o Paulino era um dos dois membros do clube que bebia um pingo, no lugar do café. Tal não é verdade, foi confusão do cronista, pois quem aprecia o pinguinho são o Serafim e o Agostinho. As nossas desculpas ao Paulino, que bebe café como um homem. Infelizmente não é um poço de virtudes pois ( e perdoem-me os mais sensíveis), NÃO BEBE FAVAIOS!!!!
Anda embora Victor! Já estamos atrasados e o Ang3lo já está no Caçana!!
Victor: Já vou já vou! Vão indo que já vos apanho!
Kms iniciais, ainda por estrada, até encontrar-mos os colegas tresmalhados!

Já em pisos mais condizentes com a modalidade, numa pausa para reagrupar.
Aqui tememos o pior: o milhafre tinha atacado e cá estava o primeiro furo...ou talvez não!
Afinal era falso alarme!
A boa disposição do Viana, a pose (que é já imagem de marca) do Paulino, o Ang3lo numa pausa entre duas tossidelas
e o Isá, a tentar esfregar os olhos sem tirar os óculos, tal o sono por ter andado nas festas barqueiras até de madrugada!
O objectivo era chegar à capela de Santo Antão, já no concelho de Caminha, e o grupo avançava a bom ritmo, sempre com o Zé Costa no comando das operações, com o Alone e o Filipe na cauda do pelotão, cuidando para que nenhum ciclista se perdesse... ou talvez não.

Onde raio param o Alone e o Filipe???
Eis-nos chegados à Capela de Santo Antão.
Local com uma panorâmica maravilhosa!!



É então que o Alone lança uma verdadeira bomba atómica:

Hoje há FAVAIOS!!
Logo os ânimos se sobreelevaram! Já há tempos que a bebida oficial não nos acompanhava nas voltas, e tal falha tardava em ser colmatada. Perfilaram-se então as atletas, mesmo antes da foto de grupo.

O Alone foi o primeiro a beber, a fim de aferir se o Favaios estava em condições.
Fica-lhe bem estes cuidados com os demais colegas!!

O Ang3lo aqui não tossia...

... o Filipe esqueceu as dores nas pernas...ou talvez não...
...o Victor não esquecia as notícias desportivas...

...e o Paulino bebia... ÁGUA!!
Já mais "moralizados" tirámos a foto de grupo, com o Angelo a advertir o Paulino que já era tempo de
evitar poses com as mãos nas ancas... ou talvez não.
E assim ensaiámos uma nova pose, mas dois dos elementos não perceberam as instruções.
Da esquerda para a direita: Alone Ranger, Zé Costa, Isá, Filipe Ramos, Viana, Paulino, Victor e Ang3lo.
Seguidamente, tiradas que estavam todas as polaroides, descemos até Caminha e rodámos sempre junto aos mar até Vila Praia de Ancora, com uma pausa em Moledo.





Aqui o Ang3lo convenceu uma simpática domingueira a tirar-nos mais uma foto para a posteridade.

Tá a ver aqui este gingamoichinhas? É só apertar que a seguir a onda bate na lâmpada e recua...
...tenha é cuidado para a foto não ficar...frapê!!

O Ang3lo e o Isá decidiram manter a pose antes ensaiada!
Rumo a Vila Praia de Âncora até na ciclovia pedalamos, um luxo a que as nossas montadas
não estão habituadas.
Alguns não se habituaram ao piso macio da ciclovia e preferiram rodar no paralelo.
Antes da subida final para a Montaria, tempo para encher os cantis.
 Já não víamos a hora de chegar ao Caçana e deliciar-nos com o prometido champarrião mas a verdade é que alguns de nós estavam mais apertados de tempo e a volta tinha sido longa. Por isso, e com o coração destroçado, decidimos adiar a última etapa para outra oportunidade.
Rumámos então ao Chafarrica (que nem champarrião nem gelados da globo), mas era o local onde tinha-mos deixado as viaturas.

Nos entrementes aparece-nos o Zé Duarte, que apenas está lesionado no joelho, e não nas mãos, o que lhe permite continuar a praticar o bom e velho desporto do levantamento do copo, e que além de nos brindar com a nossa presença cuidou de pagar a rodada no "debriefing".

O Zé com ar de muita saúde e boa nutrição, ao lado do Filipe que aguardava uma mine... ou talvez não!
 Entretanto, enquanto se procedia à hidratação final, o Alone decidiu verificar que notícias desportivas chamaram tanta atenção ao Victor, logo deparando com um artigo, muito bem escrito e documentado, duma modalidade que agora não me ocorre o nome, mas muito interessante:


O nome da atleta era Manuela  Arcuri, e de nacionalidade brasileira, se não nos enganamos.
De referir o extremo bom gosto do equipamento, que não parece ser da marca Cofides.

O Paulino, também grande entusiasta do desporto, quis também ler o artigo em causa.
Pela sua expressão, muito se lhe ocorreu sobre o assunto!!
Ups, fui apanhado!
Felizmente a Micas não lê estas crónicas!

Chegados ao fim, após cerca de 50 km, sem quedas (talvez pelo percurso menos técnico) e sem furos (o Filipe deixou de comprar câmaras-de-ar na loja do Chinês... ou talvez não) apenas lamentamos não termos degustado o champarrião, mas ainda assim houve FAVAIOS.

Cumpriu-se por isso mais uma domingueira, com a habitual camaradagem e amizade, e no final já todos pensávamos: NUNCA MAIS É DOMINGO!


Abraços tapafurísticos,
Alone Ranger

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

A crónica que não saía...saiu!

O toque de alvorada despertou-nos bem cedo para mais uma volta domingueira por terras Barquenses.
Olhó Sol a espreguiçar! Molengão!

Na mente estava uma visita a um dos locais mais emblemáticos das Terras da Nóbrega: o monte do Livramento.
O chavão: “Já fui tão feliz no Livramento” parecia não se aplicar a esta questão dos pedais, já que o desnível de 700 metros entre a vila minhota e o cume em Ventuzelo não antevia descanso para as pernas.
A rapaziada das lycras apertadinhas, reuniu em manada ainda o sol se espreguiçava por detrás dos montes Espanhóis a nascente.
Para o evento assinaram a folha de presenças o Ang3lo, Agostinho, Viana, Serafim, Paulino, o Miguel (regressado de ferias) e o Steven. Juntou-se a nós o Guru do ciclismo Barquense dos Barca Bikers o Carlos Vale – Moleiro o que muito nos agradou já que é sempre com enorme prazer que recebemos a sua presença no nosso pelotão.
Os tapafurQs em direcção ao sol nascente!

Degustado o café, pusemos as bicicletas a rolar em direcção a Santa Rita. Alcatrão suave e montes (ainda) com pinheiros e eucaliptos, tornaram a coisa menos penosa, mas a inclinação da estrada fizeram as minhas pernas exclamar: “@£§€”#$ de ideia tu tiveste logo pela manhã”.
Cumprida a primeira etapa, faltava subir o resto. Na mente do estratega do périplo estava um trajecto que não tendo os pormenores de um GPS, levar-nos-ia por caminhos de terra batida quase até ao cume, e assim foi.
Em Sampriz fizemos jus à condição de TT que caracterizam as bikes e desviamos para trilhos mais agrestes.
Nesta altura o Milhafre domesticado pelo Zé Duarte (o do joelho estragado) atacou a bicicleta do Ang3lo, causando-lhe uma chiadeira irritante no travão da frente o que obrigou a uma intervenção quase cirúrgica no meio do monte. Resultado: KTM de pernas para o ar!
"Ora esta peça é daqui ou caiu do céu?"

Valeu-nos entretanto os vastíssimo conhecimento de trilhos “cicláveis” do moleiro para assim ziguezaguearmos monte acima até Casal de Vide.
Caminhos cicláveis? Deixa-me rir!

O lugar é bonito, com vista privilegiada e onde se pode encontrar sinais de uma ruralidade perdida, substituída por ICs IPS e Urbes descontroladas. Estes atributos servem bem quem regista em fotografia sinais de outros tempos e os imortaliza em pixéis (que substituíram entretanto as películas). E foi precisamente, e de forma inesperada, que pela fresca da manhã, aproveitando a fantástica luminosidade destes locais nos encontramos com um senhor, portador de uma fantástica maquina fotográfica (Canon 5dmarkII e respectiva lente serie L, para os conhecedores) que simpaticamente meteu conversa com o grupo. Carlos Vilas, o nome do fotógrafo profissional, prontamente se disponibilizou para nos retratar e em troca, fizemos questão de com a nossa máquina de bolso, assinalarmos o encontro com esta foto de grupo.
O fotógrafo foi fotografado!

Quem diria que num lugar pequeno, teríamos oportunidade de trocar impressões com ilustre fotógrafo - a ele o nosso obrigado.
Retomamos caminho em direcção ao cume do Livramento e foi num instante que chegamos a Ventuzelo, local onde na igreja da Nossa Senhora do Livramento tiramos a habitual (e não profissional) foto de grupo e comemos as bananas da NASA, as barras de material duvidoso, os panados, os pasteis de bacalhau e leitão que normalmente carregamos nas mochilas.
O grupo com Ponte da Barca lá em baixo à esquerda!

Faltava uma etapa, porventura a mais dura, até ao topo do mundo (que foi? para quem lá está parece, não temos culpa).
O Moleiro, a braços com um esvaziamento no pneu traseiro, ficou para trás para dar á bomba, o que aliado ao cansaço de uma semana de festas de S. Bartolomeu, resultou num momento de admiração paisagística a meio da última subida.
Os restantes não esmoreceram e treparam (o termo está bem aplicado já que os derradeiros metros foram feitos a pé com as bicicletas encostadas à antena da Rádio Barca) até ao miradouro.
E que dizer de tão mítico lugar? A frescura do ar que se respira, o silencio que nos invade (excepto quando vão os barulhentos tapafurQs), e a paz que se vive no alto de Livramento? Só experimentando! 
Apontam para onde? Sem o Gps não sabem onde estão... baaa!

Hora de descer!
Apanhamos o elemento em falta e toca a ir por trilhos divertidos, sempre evitando os estradões que é coisa que a malta da Barca não gosta e depressa chegamos á sede do concelho.
Era hora do debriefing, que é uma coisa que se pratica numa mesa de café com um copo na mão.
Drebriefing a decorrer.

" A técnica é esta. Colocam-se os lábios em posição e num movimento bascular sobre eleva-se o fundo do copo...!"

O Miguel tinha saudades dos copos, digo das bicicletas.

30km para cumprir mais uma missão, com tempo de sobra para o regresso a casa e um convívio final que por vezes é sacrificado à custa dos ciclistas que exigem kms.
Daqui a umas semanas regressaremos a terras de Ponte da Barca e na forja está um passeio por locais de rara beleza – a Ermida espera por nós!
Mais fotos AQUI e respectivo track AQUI

Abraços Tapafurísticos.