quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Crónica domingueira em terras limianas, com fotos do Serafim.

Ainda que com algum atraso, aqui fica o relato da última domingueira realizada no passado dia 7.
A organização cabia aos limianos Agostinho e Alone, uma vez que o Viana estava a banhos.
Não puderam comparecer também o Pedro, o Miguel e o Zé Duarte, este último acometido de uma lesão ao nível do joelho, pelo que todos os companheiros lhe desejam rápidas melhoras e franca recuperação, pois faz falta ao grupo.

Em contrapartida os já conhecidos e sempre benvindos Steven e Filipe Araújo não quiseram passar o domingo sem nos acompanhar em mais uma aventura.

A manhã apresentava-se com muito nevoeiro, mas percebia-se que seria junto ao rio, a uma altitude mais baixa, o que não nos afectaria muito pois não rodaríamos àquelas altitudes durante muito tempo!!

À espera que D. Sebastião comparecesse também à chamada.

Felizmente o Zé Costa vinha preparado com o par de lentes amarelo, muito apropriado para dias de nevoeiro;

À hora designada, mais minuto menos minuto, as tropas foram-se juntando, e de imediato tratamos de regularizar os níveis de cafeína, que no caso do Ang3lo estavam já abaixo do nível critico, como habitual àquela hora.

Primeira paragem no Café Central, onde a menina que nos serviu muito torceu o nariz
ao perceber que dois dos marmanjões ao invés de um café pediram um "pingo"!!
O Steven, à esquerda, que ainda não tendo idade para tomar café logo pela manhãzinha,
fez o favor de mandar o pai arcar com a despesa! Bem hajam!
O Isá, com a habitual boa disposição.
Hora então de partir rumo à Serra da Nora.
Como habitual o pelotão nesta fase ainda seguia compacto, mas já com as habituais lebres
Agostinho, Paulino e Serafim a perfilarem-se na frente da corrida
O Paulino, já na frente, mas com ar de quem não assimilou bem o "pingo"!
Será que a menina do café fez alguma patifaria?

Atrás seguia o Angelo, que acaba por fazer sempre mais quilómetros que todos nós, pois é o que dá o facto de ser o fotógrafo de serviço e ter de acompanhar todo o pelotão.
Além do mais nunca perde de vista o Alone, esse corredor de meio-fundo, com medo que este abandone o percurso a meio e rume a algum tasco sem avisar.

Ang3lo, desta feita sem a máquina fotográfica! :)

O percurso era vencido a bom ritmo, e dirão vocês: bom ritmo, mesmo com o Alone Ranger em prova?!
Ok. Não era um ritmo "alucinante", não avançavamos "rapidamente", mas enfim, era um ritmo muito digno, vamos lá, e até porque o calor já apertava e bem.
Filipe e Alone lutavam contra a força da gravidade.
Nota 1) O Alone a lutar mais que todos!
Nota 2) O Filipe ainda não teve tempo de tirar os reflectores das rodas!!

Subir era a palavra de ordem, apesar do calor que já se fazia notar.

A espaços era necessário reagrupar, à sombra de preferência.
Apesar da intensa luminusidade, o Zé continuava a não saber dos óculos!
Shiu!! Não digam nada!
Próximo da Nossa Senhora da Conceição existe um single track, que faz as nossas delícias quando por lá passamos e por isso, e também porque nem todos do grupo o tinham feito, iniciou-se a primeira descida digna desse nome.

Serafim, é a direita!!
Nota: O serafim que nesta volta nos confessou que acha que aparece pouco nas fotografias.
Apesar de não ser essa a nossa percepção, vamos tentar compensá-lo nesta mesma crónica!
Para documentar a descida recorreríamos ao mais avançado sistema de imagem dedicado aos desportos radicais, e de que muito nos orgulhamos:
Cá está. O super tripod fivethowsend GT-HD, na versão com intercooler! Um mimo!
Nota: Serafim, já vão duas!
Vai daí, e sai uma foto de grupo, à maneira! Ou antes, saem duas e vamos tornar esta crónica interactiva. Pedimos assim aos leitores que assinalem as diferenças, e assim concorrendo a um espectacular concurso (devidamente autorizado pelo ainda não extintoGoverno Civil). Enviem-nos as respostas, via postal CTT, com nome, morada e pin de cartão multibanco, para a Alameda das Linhas de Torres, R/c Tras,  3257 Alguidares de Baixo.

Descubra então as diferenças:



Os vencedores serão anunciados na próxima edição do "Seringador" ou "Borda d'Agua", e os prémios constarão da seguinte lista:
1º Prémio: possibilidade de pagar um Favaios na tasca do Cachadinha a cada um dos elementos do tapa furQs, menos ao Paulino;
2º Prémio: possibilidade de pagar um rissol de leitão na tasca "Telhadinhos" a todos os elementos do tapa furQs, menos ao Zé Duarte, que está de dieta;
3º Prémio: possibilidade de fazer uma volta domingueira com os tapa furQs, com uma visita guiada pelo próprio Aleixo Tábua à mochila do Alone Ranger.

Adiante.
Havia que subir de novo, o nosso destino ainda estava longe, e o Santuário de Nossa da Conceição em Fojo Lobal era a próxima etapa.

Já no adro, enquanto o Agostinho ao fundo troca impressões sobre a direcção a tomar,
o Serafim faz pose para outra foto. E vão três!
Havia que tirar outra foto de grupo, e desta feita o Ang3lo decidiu inovar. Ao ouvir a palavra foto, o Serafim logo se aperaltou,


Quase nunca apareço nas fotos!!
Nota: e vão quatro.

Especiais preparativos para a realização da foto de grupo, com o Serafim a acompanhar
de perto todo o processo. Ah, e vão cinco.

Cá está, o belíssimo resultado. Muito original.
Tráz todo um novo significado à frase tantas vezes ouvida quando alguém vai tirar uma fotografia:
"Cuidado, não cortes as cabeças!!"
Para infelicidade do Ang3lo, que não estava muito virado para tal, seguimos então em direcção ao posto de vigia da Serra da Nora.


Ao longe, a meta.
Agora mais perto.
Como já todos sabem, não há serra ou montanha que nos vença, e num piscar estávamos no topo.


Já no topo da montanha.

Outra foto de grupo, desta feita tirada por um camarada do pedal que se encontrava no local, cujo nome já se nos varreu (pedimos desculpa) e que não se importou de nos tirar a foto que segue:

O grupo em grande forma, com o Paulino na sua habitual pose.
O fotógrafo de ocasião. O nosso muito obrigado.
Agora era a descer, por um pequeno single, que teve por particularidade fazer com que o Steven caísse da sua montada abaixo, algo que ainda não tínhamos visto!
Fotos não há, mas houve testemunhas. Felizmente a única coisa que saiu ferida foi o orgulho, mas isso já se sabe, logo passa.

Descer era a palavra de ordem, e para gáudio da maior parte, senão de todos, voltámos àquele single referido mais atrás nesta crónica, após passagem de novo pela Senhora da Conceição.


O local é magnífico, e o Ang3lo colocou-se a postos para tirar fotos da malta a descer, Serafim incluido.

E cá vão eles, a velocidades acima do permitido por lei:

Paulino
 
Isá

Steven
 
Filipe Araújo
 
Agostinho

Filipe


Alone Ranger

Serafim. De todas, a mais nítida.
E vão quantas?

Angelo, em foto tirada pelo.... Serafim.


Tirei ou não uma fotos catitas?
Feito o reagrupamento, tempo de regressar a Ponte de Lima.



A volta acabou no "Telhadinhos", onde alguns (que não todos) procederam à necessária reposição de líquidos com a preciosa ajuda da menina cujo nome acabou por não nos ser dito, mas que homenagiamos ainda assim, com a devida autorização. Foram tiradas as últimas chapas (sem o Serafim, que já tinha regressado a casa).

Ora, são quantos rissóis de leitão, ó Agostinho?
Vamos outra vez à descida??



As últimas para o blog!!
E assim termina a nossa crónica.

Abraços,
Alone Ranger

PS: Furos não houve, apesar do Filipe!!

OK, mais uma foto do Serafim!


Serafim: - "A minha bicicleta quase nunca aparece nas fotografias!!!"


domingo, 7 de agosto de 2011

A domingueira: o Track

Enquanto não chega o relato da volta de hoje, ficam os dados do GPS e o habitual Track.

Ponte de Lima - Senhora da Conceição - Monte da Nó


Segundo os dados do Google,
Distância percorrida: 32 Km;
Ganho de elevação acumulado:1215m;
Declive médio subida: 6,5%
Ponto mais alto: 545m.

O track aqui: Track Ponte de Lima - Srª Conceição - Monte da Nó
Dada a impossibilidade de nos proximos tempos praticar BTT, estou já a iniciar os treinos para a nova modalidade...

Deliciem-se com este grande maluco...

Saudações tapafuristicas

José Duarte



sexta-feira, 5 de agosto de 2011

73ª Volta a Portugal em Bicicleta



Cartaz Oficial

Arrancou hoje a 73ª edição daquela que é a prova raínha do ciclismo em Portugal.
Decorrerá de 4 a 15 de Agosto, sendo o pelotão composto por 13 equipas, 5 delas nacionais.

Desejamos toda a felicidade aos atletas participantes e esperamos que o público que acompanha in loco as etapas saiba respeitar os ciclistas e assim contribuir para o sucesso e projecção desta festa do ciclismo nacional.

O site oficial: 73ª Volta a Portugal Jogos Santa Casa

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Dez mil e 69.

Pois é, após cerca de seis meses de existência, o http://tapafurosbttclube.blogspot.com/ superou a bonita soma de 10.000 visitas!!

No momento em que escrevemos o presente post, são precisamente 10.069 o número de visitas registadas, conforme se pode aferir da foto anexa:

Superada a marca das 10.000 visitas.
A todos aqueles que nos visitam, acompanham e apoiam, o nosso muito obrigado.

Vêmo-nos nos trilhos!

ASS: os tapa furQs

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Domingo sem crónica domingueira??!!

Pois é, quase um ano volvido desde a formação do tapa furQs BTT Clube e, pela primeira vez, a volta domingueira não se realizou!!!

Quis o destino que lesões, férias e compromissos vários desviassem os membros do tapa furQs do trilho domingueiro!

Muitos tinham já declarado a sua indisponibilidade durante a semana, e no sábado confirmaram-se os maiores receios: no domingo não haveria quorum!

Chegado de férias no dia anterior, este vosso "cronista" pensou que até seria bom já que assim havia tempo para descansar da penosa viagem.

Mas o bichinho não dá descanso e, no domingo, já o sol ia alto (eram 9:30), e após vã tentativa de convencer a sua prole para uma pequena volta de bicicleta pelas margens do Lima, decidi mesmo assim e apesar de não ter companhia, vestir as lycras e dar uma pequena volta.

Foto tirada da Avenida dos Plátanos.

O calor já apertava, e face ao adiantado da hora, o melhor era seguir pela ecovia, rumo a Ponte da Barca, até porque a ideia era descontrair...


Paragem nos moinhos da Gemieira, para uma foto...

ou até duas.
Aqui, a "menina", bem emoldurada pela belo cenário. 

Sem ninguém para trocar umas "larachas" e e esgrimir uns disparates, como habitual, aproveita-se para melhor apreciar a paisagem e bem-dizer da sombra que afasta o calor...







Já no regresso, eis que alguém familiar é avistado: o Rui Barreto e o irmão Carlos (que já partilharam com os tapa furQs uma ou outra aventura) que rumavam a caminho de Ponte de Lima.

Após o cumprimento da praxe, seguimos juntos o resto do caminho.

Já no Largo de Camões, onde um simpático turista sénior se prontificou para
nos tirar uma foto de "grupo". 
Como ainda havia algum tempo, e não esquecendo nunca que mesmo em esforço moderado é necessária a adequada hidratação, decidiu-se por unanimidade tomar uma "mine" no Telhadinho, oferta generosa do Carlos, o único que na altura tinha euros no bolso! :)

Um grande bem-haja ao Carlos, por não se esquecer do porta moedas!!

O Rui, claramente o atleta com mais sede, a julgar pela foto!!

E assim se dá por terminado este pequeno relato, não sem an tes agradecer aos simpáticos barquenses:
Obrigado Rui e Carlos pela vossa companhia!

PS: Pensando bem, se calhar até houve volta domingueira...

VIVAM OS TAPA FURQS!!

Alone Ranger

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Em Viana o Milhafre e o Viana - 24-07-2011

Acometido que estou de um vazio criativo, juntamente com uma enorme preguiça, foi-me colocada à frente uma folha vazia para preencher com o relato de mais uma volta domingueira dos tapafurQs.
Sem as virtudes de escrita do Alone, vou dar o meu melhor para relatar os feitos (ou defeitos) de mais uma desventura bttistisca dos tapafurQs, cá vai:
Sem grandes tempos para combinações pormenorizadas, esta semana os tapafurQs fizeram um encontro à maneira: “não se combina nada e vamos ver quem aparece”.
E apareceram 7 (Ang3lo, Isá, Zé Duarte (o organizador), Zé Costa (o Co-responsável), Viana, Paulino e Serafim) mais o nosso amigo Vítor.  Os restantes estão “a banhos” e ao que julgamos saber só dão ao pedal nas gaivotas ao largo das nossas costas.
Os nossos amigos já nos enviaram uma foto elucidativa da beleza das moçoilas que se passeiam pela praia.
 Adiante…
O percurso estava engendrado na cabeça do Zé Duarte de forma tão nítida como o trajecto fornecido pelo TomTom para a farmácia de serviço em Sabirabad no Azerbeijão.
Apesar de termos percorrido 3 km sem parar para a habitual dose de cafeína, o atraso valeu pela qualidade do mesmo o que nos deixou (é a mim mas pronto!) bastante animados para o passeio.
Um parentises para umas palavras de louvor para um simpático casal maduro que se sentou ao lado da nossa barulhenta mesa, e que ao aperceberem-se de que uma mochila tinha ficado esquecida em cima de uma cadeira, não tiveram mais e pegaram no carro e vieram em nossa perseguição para nos trazer o objecto esquecido. Agradecemos o gesto e a atitude com um grande bem hajam e muito obrigado – ainda há pessoas porreiras neste mundo meus amigos.
Retomamos o caminho…
Frases como: “A partir de aqui é a improvisar”, “Estamos rumo ao desconhecido”, “não conheço este caminho mas sei que não vai dar onde queremos ir” saídas da boca do nosso guia fazia com que os restantes trocassem olhares de apreensão e receio.

Largas avenidas
 Mas lá fomos por caminhos e ruelas em Serreleis e Perre até que nos deparamos com uma subida em terra batida com a floresta a erguer-se perante nós. O Zé Duarte animadamente indicou-nos que aquele seria o caminho que iríamos fazer pois de certeza que por ali não iríamos dar a lado nenhum, e assim seguimos… Subimos, a pedalar devagarinho, a andar (devagarinho também) sempre com a certeza que ninguém fazia a mais pálida ideia de onde estávamos.
Uma coisa era certa, aquele era o monte de Santa Luzia e no topo há uns geradores eólicos que pela sua grandeza nos serviriam de referência visual ao nosso périplo.

Devagarinho rumo ao...sabemos nós lá!
  Surpreendentemente, mantínhamos um ritmo calmo e unido mas sempre prontos a chamarmos a Protecção Civil caso a desorientação tomasse proporções alarmantes. A única preocupação nesta altura era a demonstrada pelo Viana que pressentia a presença de um Milhafre nas redondezas.

Viana preocupado pressentindo uma perturbação na "Força"
 A chegada às ventoinhas (também assim conhecidas) foi feita sem percalços e o momento Lua Vermelha parecia afastado dos planos. Hora de reabastecer com bananas espaciais, barras energéticas (110v ao estilo americano) e sumos isotónicos ou esotéricos dependendo dos utilizadores.
Não admira que haja tanto vento, as ventoinhas estão a funcionar! Dhaaaaaa!
 Na conversa dos presentes, palavras de esconjura e maldizer surgiram amiúde numa alusão às ferias que os band… digo companheiros restantes, estariam a gozar naquele preciso momento. Mas como dizia alguém: We always have Sistelo! – e eles hão-de lá voltar!!!
De energias repostas iniciamos a descida em direcção à Senhora da Cabeça, sempre por estradão perigoso e íngreme com os travões a queimar.
No primeiro cruzamento animamo-nos com o trilho a seguir, mais ao nosso estilo, técnico qb, e buracos para nos desviarmos quando possível, claro está.
Foi aí que, num encontro fortuito, nos cruzamos com um exemplar da espécie Rhinechis scalaris ou cobra-de-escada, ao qual o repórter fotográfico não chegou a tempo de registar para a posteridade ficando apenas uma “chapa” do buraco por onde ela se enfiou.
Quem quer espreitar pelo buraquinho?
“Pele de cobra, isso é que serviria bem para forrar as minhas Sanjo” – terá exclamado o Viana.
Entretanto chegamos a uma encruzilhada e claro está, o Zé Duarte queria seguir pelo caminho que subia e nos levaria a um sitio que ninguém sabia quando apareceria e se alguma vez apareceria. O Serafim ainda puxou pelo anestesiante para refrear os instintos exploratórios do rapaz, mas em reunião de emergência concluímos que era demasiado lastro para prosseguirmos a viagem com o dito inanimado. 
"Eu estou a vê-lo! Juro que vi o Milhafre"
 A solução foi metermos todos a caminho de Afife onde apanharíamos a estrada nacional até Viana do Castelo: O Zé foi a lançar termos indecorosos no final de fila mas lá veio com o pelotão.
Chegados a Afife, ainda pensamos ir jogar uns euros no Casino Afifense, e quem sabe sermos presenteados com algum tipo de prémio anti-crise mas os bolsos das lycras iam vazios, por isso decidimos antes ir tirar umas fotos num local bucólico que no tempo de Verão serve de postal para publicitar uma magnífica praia fluvial.
A gloria ou a desgraça ao nosso alcance
 E foi aqui, que após duas corridas do fotógrafo entre o automático da máquina e o lugar no grupo para aparecer, surgiu uma ciclista de seu nome Joana e que amavelmente se ofereceu (após termos gritado feitos doidos a tentar explicar o que queríamos) para nos tirar uma bela de uma foto de grupo.
Joana sorridente pronta a disparar uma flashada sobre os TapafurQs
O grupo em poses...digamos...vá...tristes!
 A própria Joana se juntou ao grupo, já que solicitamos (quase obrigamos) a um transeunte que nos retratasse em tão belo local com tão simpática companhia. O difícil foi decidir onde colocar a jovem ciclista, já que nesse tema do empurra e fica aqui não fica ali, quase nos submetíamos a um banho prematuro.
De reparar que com a presença da Joana o Viana esqueceu o Milhafre...por enquanto!

Depois das despedidas à Joana (e acho que havia lá mais alguém…não me lembro!), prosseguimos o caminho numa via paralela ao caminho-de-ferro e que nos permitiu fazer mais uns Kms em terra batida.
Em Afife "Afinfa-se" mais uma foto de grupo

E foi aqui que, de repente, o Viana anuncia que o Milhafre fez das suas: o seu pneu traseiro estava furado.
“Mas ele tem gel, não devia furar” – Exclamou o exclamado ciclista, por assim dizer!
"Eu se te apanho raça de Milhafre"
"Olha o gajo a rir-se!" exclamou o Ang3lo
 Com o especialista Isá a arregaçar as mangas curtas da sua camisola, rapidamente se voltou a máquina do Viana de pernas para o ar e se tratou de reparar o furo.
Quem não se calava era o Zé Duarte que queria a toda a força participar na reparação, argumentando que não transformaria a câmara-de-ar numa jibóia até porque já nos tínhamos cruzado com outro réptil e que não haveria perigo.
Quem não teve coragem para assistir ao acto (ou ato!) foram o Serafim o Paulino e o Vitor, que com a desculpa de terem necessidade de regressar mais cedo a casa se foram embora, depois de se despedirem  da malta e de desejarem aos restantes entre dentes “boa sorte” e “direi uma oração por ti”.
E eis que, meses após ter sujado as mãos numa reparação no meio do monte pela ultima vez, o companheiro Zé deu à bomba.

O grupo resistente (falta o Isá) e a actuação do Zé Duarte
A coisa estava difícil e o raio do Milhafre que nos persegue deveria estar a rir como um louco, mas o Isá e o Zé Costa não brincam em serviço e concluíram que afinal não havia furo, apenas uma válvula mal apertada e o respectivo esvaziamento do pneu.
Numa estação de serviço encheríamos o pneu convenientemente. E assim foi.
Os últimos quilómetros foram feitos ao estilo Tour de France mas mais com um estilo Tour do Minho.
Rolávamos a X+Y Km/h
 Referencia apenas para a decisão tomada pelo grupo remanescente (Isá, Zé Costa, Zé Duarte, Viana e Ang3lo) de percorrermos as ruas de Viana sempre muito atentos aos peões.
Atentos aos peões...pois, segurança acima de tudo!

No final foram 58 km percorridos, X de metros de acumulado, Y de média de velocidade e com Z tempo gasto – O GPS foi também a banhos e estas são as estatísticas possíveis:
BEM BOM! – dizemos nós.
Fiquem bem.
Abraços e boas férias

Ps : Recebemos esta foto de dois dos nossos colegas em férias dizendo que se estão a divertir muito.
Ide mas é pedalar nas gaivotas!

Mais fotos Aqui