quarta-feira, 20 de julho de 2011

Subida à Senhora do Minho - A crónica domingueira

Domingo passado cumpriu-se o desígnio da subida à Senhora do Minho, por parte do tapa furQs BTT Clube.

Era um passeio há muito aguardado, a subida à Serra d'Arga, concelho de Caminha, a mais de 700 m de altitude, com início em S. Lourenço da Montaria.

Compareceram os tapa furQs (à excepção do Agostinho, Miguel e Pedro) e ainda os convidados Filipe Araujo, Nuno, Vasco e Victor, já conhecidos de voltas anteriores.
Logo ali se arrumou a questão da ingestão da cafeína, num café local, ainda que a qualidade do café se apresentasse muito aquém do esforço que nos esperava.
O café era muito fraquinho; deu no entanto para reparar que os gelados eram
da marca Globo, passe a publicidade.
À partida, rumo ao infinito e mais além!
Logo os tapa furQs e companhia atacaram a subida íngreme, ajudados pela temperatura pouco elevada e pela belíssima paisagem que se ia desvendando à medida que se subia a serra.


Alguns subiram num ritmo mais brando, claramente para melhor apreciar a paisagem!

Um último esforço e a montanha era vencida.
Altura para a foto de grupo da praxe; repare-se como alguns tinham entretanto
vestido os corta-ventos, pois a temperatura e o vento assim convidavam.
Tão contente estava o Ang3lo com a façanha que, talvez por efeito da menor concentração de oxigénio propria das grandes altitudes, resolveu logo ali abraçar um novo desporto radical, o Parapente:
Ang3lo, ensaiando o salto para o infinito...
Tempo para mais umas fotos, e ala que se faz tarde.




Altura de percorrer o planalto da Serra D'Arga, para depois iniciar a descida.


O sol começava a romper o nevoeiro, e o Zé Costa pensava para si mesmo que deveria ter trazido os óculos!
Palavras para quê? Paisagem magnífica!
Até aqui tudo bem (tirando o café que não prestou, até nos admiramos por o Ang3lo não ter reclamado) mas estva na hora do primeiro dos furos do dia!
Já todos estarão a pensar, ok, o Filipe tinha de furar novamente, mas não, desta vez resolveu delegar tal tarefa no Zé Duarte.
De imediato o nosso maior especialista na matéria, o Isá, pôs mãos à obra...
...enquanto alguém distraía o Zé Duarte para evitar que ele tentasse ajudar,
e assim perder mais tempo! - Zé, olha o milhafre!!
 De qualquer modo a culpa nem tinha sido dele, mas de um porco-espinho que se atravessou no caminho, e que só o Ang3lo viu.
Foi necessário o Serafim emprestar o seu alicate de extracção dos molares, para retirar todos os espinhos do pneu!
Da imagem não se percebe, mas foram extraídos mais de 20 espinhos.
O próprio Isá tinha sido vítima do porco-espinho e arrancava mais espinhos
das solas dos seus sapatos, que obviamente não são da marca Sanjo.
Problema resolvido, de volta "à volta" e seguimos o percurso traçado pelo Filipe e pelos Zés, os anfitriões.
Mais uma foto de grupo por volta do Km 18.
Tempo de descer novamente, enquanto o Filipe proferia algumas palavras de incentivo para vencer a última subida que ainda nos aguardava, das quais retivémos uma, que nos chamou particular atenção: CHAMPARRIÃO!


Note-se a alegria e aparente ausência de cansaço, apesar dos já cerca de 30 Km percorridos;
um líder é assim, sabe incentivar as tropas!
 Passagem ainda pela capela de S. Lourenço, que antecedia uma subida não muito longa mas bem íngreme...
Capela de S. Lourenço
Onde alguns parecia que vinham a corta mato!
Pois bem, mas o Zé Duarte entendeu que como só tinha furado à frente, estava na altura
de furar o pneu traseiro também. Isto de andar com o Filipe.... é o que dá as más influências.
Felizmente o sítio era bonito, e com a ajuda do Isá, num ápice estavamos de novo a caminho....
...para a última paragem: o café Caçana.
A partir daqui, e dada a natureza das imagens, aconselhamos aos mais influenciáveis que não prossigam com a leitura da crónica.
Aconselha-se também supervisão parental no caso dos menores.
Tudo a aprontar-se para a derradeira etapa...
... e eis o afamado CHAMPARRIÃO! A partida foi dada...
...no início o Alone ainda começou a distribuir jogo...
...mas logo se passou ao ATAQUE!

Após termos "provado" podemos afirmar que o prometido champarrião estava à altura da sua fama.
Por esse facto atribuimos ao Café Caçana a pedaleira de ouro, e que doravante figurará no nosso "Guia tapa furQs" como Altamente Recomendado.

Um brinde ao tapa furQs e aos amigos que nos acompanharam!!
Como diria um amigo nosso: GOSTASTEIS?? :)
Domingo as aventuras continuam...
Abraços tapa furísticos,
Alone Ranger.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Mais pormenores da subida à Senhora do Minho e Track

O percurso realizado no domingo passado, segundo os dados fornecidos pelo GPS:

O sobe e desce da volta. 
Distância: 35,6 Km;
Ganho de elevação acumulado: 1.353m.


O track pode ser obtido AQUI: Montaria - Senhora do Minho

domingo, 17 de julho de 2011

A volta domingueira: primeiras impressões.

Hoje foi dia de volta domingueira, como habitual.

O destino era a Senhora do Minho, já há muito programado e que hoje se concretizou.

Oportunamente faremos o relato da aventura, mas durante a volta fomos recolhendo alguns depoimentos, e aqui fica aquele que, talvez, melhor resume os acontecimentos de hoje, da autoria do Nuno Barreto.

Usando de uma magnífica metáfora, assim resumiu o Nuno a volta, até então:



Fantástico! Obrigado Nuno.

Para breve a crónica. Não percam!

Abraços tapafurísticos

Alone Ranger

quarta-feira, 13 de julho de 2011

A parte II da crónica domingueira e os nossos ratings.

Pois cá estamos para o relato da segunda parte da volta.

Vamos então situar-nos, estáva-mos em Prozelo, no alto do cume do Penedo do Navio.
Nestas voltas, e devido ao respeito que o tapa furQs nutre pela natureza e pela sua preservação, muitos têm sido os animais que encontramos, selvagens ou domésticos, sendo que alguns até nos acompanham ou connosco interagem.

Alguns estarão a pensar que isto já tem água no bico, se calhar estaremos a referir-nos a alguém, que este cronista tem a mania que é engraçado; nada disso! Refiro-me, e podem atestar nas crónicas precedentes, que não raras vezes nos deparamos com garranos (alguns até de raça leiteira), raposas, coelhos, gado vacum, cães (muitos), isto já para não falar nas aves de rapina, em particular o milhafre que teima em seguir o Zé Duarte, e que na última volta levou a roda da frente de Serafim!

Desta feita falamos de um belíssimo representante da ordem Lepidoptera, que também subiu ao cume:

Cá esta ela, mesmo em cima de um dos 5 cumes.
Como desconhecemos a que espécie se reporta, e podendo até tratar-se de uma nova, que não das
cerca de 150 que existem em Portugal, logo tratámos de denominá-la de Tapafura favaíta.
 Hora então de regressar, e o Serafim, na frente da organização da volta, dava as últimas instruções ao Miguel sobre os detalhes do percurso, enquanto as tropas reuniam.

Enquanto isso, o João aproveitava para acabar com o stock de bananas que
 transportava na sua mochila.
Iniciámos a descida, com a cautela que é nosso apanágio, para chegar-mos a casa sem mossas ou mazelas, não é Viana?

Sem palavras. Já não é o momento lua vermelha, é o
MOMENTO SARRABULHO!
Entretanto o Serafim, levando ao extremo o seu papel de líder, foi afastando as silvas e o tojo para que não puséssemos em risco a integridade do nosso equipamento oficial, que alguns trajavam.

Antes uns arranhões que umas malhas puxadas!!!!
De enaltecer a atitude do nosso líder da volta. Á próxima será organizada pelo Filipe e esperamos dele
a mesma dedicação e atitude, isto se não se entreter a reparar furos!
Eis-nos chegados ao lugar de Pousada, freguesia de Rio de Moinhos.
O lugar tem um nome que sugere hospitalidade, e depressa descobrimos porquê.
Na tentativa de repormos o stock de H2O (o Alone já tinha bebido 3 litros), pedimos a devida autorização junto de uma habitação para colhermos o precioso líquido num tanque junto ao caminho.
Logo a dona da casa, a Sr.ª Maria, reconhecendo o Serafim , ilustre habitante da freguesia, nos colocou o seguinte dilema:

-Não querem antes vinho?!

Logo todos responderam que não, não podia ser, muito obrigado, água estava muito bem, até estava fresquinha, éramos muitos e tínhamos terra nas sapatilhas (as da marca Sanjo carregam muita terra), havia até menores no grupo, a brigada podia estar mais adiante à saída da aldeia, não queríamos dar trabalho etc, e por isso... logo ACEITÁMOS O CONVITE!

A Sr.ª Maria já a caminho da adega, enquanto o Nuno pensava: na missa só o Padre bebe vinho!!!!! 
Logo se estenderam passadeiras, para cortar o vento, pois tínhamos as camisolas
transpiradas e o Viana arrefece quando está muito tempo parado!
As imagens que seguem não carecem de mais palavras, falam por elas mesmas, mas não resistimos a alguns comentários:

Um líder é sempre um líder!! Ouviste, Filipe Ramos??
O Steven tentando levar a garrafa! Felizmente o Alone estava atento e já a tinha esvaziado.
O Rui a contar a história da borboleta:
- Foi então que ela me atacou por trás, e eu que não tinha comigo o meu comando da MEO!...
O Alone Ranger, que nesta vertente da modalidade está sempre à frente! 
A Sr.ª Maria, a anfitriã, ao centro, a quem homenagiamos. Um grande bem-haja para o Sr. Augusto Barros,
o dono da casa, ausente em trabalho (alguém neste país tem de o fazer).
Estava no entanto o seu cunhado,  o Sr. José António (ou Zé Tone, como é conhecido), à direita,
que tão bem manuseou o saca-rolhas.
Uma palavra também para a simpatia da D. Benilde, à esquerda, e para o pequeno Tiago, que não tirou
os olhos de tão inesperada visita. No final confidenciou-nos, o pequenito, que quando fôr grande também
vai ser ciclista, mas quer uns calções como os do Nuno, que os outros têm ar de apertar muito os tintin...... 
e tem medo de ficar como o Ang3lo, sempre a tossir!!
Um brinde aos nossos anfitriões e ao tapa furQs BTT Clube! Hip Hip, Hurra!
Para alguns atletas o percurso podia acabar já ali, mas estava na hora de regressar, até para bem da adega do Sr. Barros.

Continuaram então as descidas....


E as subidas...
"Pensei que agora era sempre a descer...", diz o Alone para os seus botões.
Mais à frente, já o Ang3lo aguardava pelos últimos atletas, do alto da sua cátedra:


Alguns pensarão que se trata de uma piada sobre agências e ratings...
Tudo corria bem, mas já há algum tempo que o Viana se vinha queixando de problemas ao nível do ABS, e tal...

E antes da descida em causa, verificou o material, valendo-se de todo o seu expertise e saber
sobre mecânica de velocípedes.
E vai daí, PIMBA, no final da descida fica sem travões, e nao cai num valado por sorte, aliada a uma boa dose de reflexos, segundo nos contou pois não vimos, e a uma singela mas providencial rede de arame!!!!

O tombo podia ter sido grande!!!
Felizmente para a história só ficou o SUSTO, e uns arranhões.

Logo uma equipa de peritos se juntou para analizar o problema e identificar a origem do mesmo.
Enquanto o Viana, ainda em estado catatónico, recuperava o fôlego, já alguém aventava (sem sequer
aguardar pelo relatório do colégio de peritos) que se calhar tinha sido o vinho que lhe tinha subido às pernas!!
Entretanto o Rui, para espanto e admiração de todos, decide abrir a farmácia
que transporta na sua mochila!!!!
Até o Alone Ranger ficou admirado! Como tinha mandado de férias o Aleixo Tábua
não conseguia aceder à secção dos antisépticos e afins.
Inaugurou então o Viana o que chamaremos de MOMENTO BETADINE, passe a publicidade.

Cá está, o MOMENTO BETADINE.
À falta do Isá, o nosso mestre da mecânica, o Agostinho tomou conta das operações tendentes à resolução do problema, até porque possui uma máquina igual.

Enquanto isso o Ang3lo ouvia horrorizado o relato do acidente feito na primeira pessoa.
Note-se quão impressionado estava! Ouvia com tamanha atenção, que alguém lembrou que
naqueles momentos ninguém o ouviu tossir!
Refeitos, o Viana e o Ang3lo, este último ainda sugeriu que fôssemos pedir água na casa cujo logradouro utilizámos para as reparações e primeiros socorros:

-Que dizeis, vamos pedir água?
Achamos que não, que os minutos passavam, e estava na hora do regresso.
Conferenciou-se e decidiu-se que o Viana faria a última parte por estrada, juntamente com alguns dos nossos convidados, nesta fase já um pouco atrasados para os seus compromissos familiares, já que o resto do percurso ainda tinha algumas partes mais técnicas.

O destino era o Solar da Quinta de Aguiã, uma belíssima casa com torre medieval ao centro, berço do famoso e galardoado Vinho Aguião, néctar que infelizmente este vosso cronista ainda não provou.

O belíssimo solar, infelizmente em estado de degradação e abandono.
Ali se improvisou um tripé para aquela que seria a última foto da volta:

Engenho e arte, caraterísticas dos tapa furQs.
O grupo remanescente, já em jeito de despedida.
De Aguiã aos Arcos "foi um tirinho", perdoem-me a expressão, e deu-se então por encerrada mais uma volta domingueira.

Os mais atentos e aqueles que seguem estas crónicas farão no entanto um reparo:
Então e não houve Favaios?

Pois é verdade, não houve! Razão suficiente para, à primeira vista, comprometer a notação dada pelas mencionadas agências de rating (Moody's, Fitch e Standard & Poor's) deixando-as numa situação, digamos, de pouca credibilidade!

No entanto, os peritos oficiais e credenciados (os proprios tapa furQs), secundados pelos seus convidados, foram unânimes na sua avaliação: VOLTA DOMINGUEIRA 5*

Despede-se com amizade, como diria o saudoso Eng. Sousa Veloso,

Alone Ranger

PS: Domingo há mais!!


terça-feira, 12 de julho de 2011

Moody's, Fitch e Standard & Poor's e a crónica domingueira.

Ainda não é oficial mas podemos adiantar, de fonte segura, que as agências de rating Moody's, Fitch e Standard & Poor's estão a pensar criar uma nova notação para atribuir à volta domingueira do passado dia 10, uma vez que o "AAA", actual máximo, parece não ser suficiente para a classificar.
 Especula-se que será algo como AAA+ ou AAAA, sendo o último A de "altamente".

Mas vamos ao início.
Não estiveram presentes o Pedro (que durante uns tempos estará ausente), o Zé, o Filipe, o Isá e o Zé Duarte.
Como sempre lamentamos as ausências dos companheiros, sendo que à partida ficávamos já com duas certezas: não estando o Filipe o número de furos na volta já não deveria ultrapassar a meia dúzia, e não haveria problemas com os "milhafres", que teimam em seguir o Zé Duarte.

Ao invés alinharam como convidados o "já da casa" Steven, o Nuno dos Barca Bikers TT, e ainda: o Rui, o Victor e o João.
De referir que todos eles estiveram à altura dos pergaminhos tapa furQs, à excepção de um ponto muito importante: nenhum deles trazia Favaios. Sendo a primeira vez vamos fazer vista grossa e dar uma segunda oportunidade.


O Rui, que para além de protagonizar duas ou três quedas
(sem consequências, felizmente, para a bicicleta) foi também o enfermeiro de
serviço, como adiante veremos.
O Victor, à esquerda, e o João, este último o homem do(s) furo(s) nesta volta.
Repare-se no sinal de aprovação!!

Acompanhou-nos também nesta volta alguém que não conhecíamos, e que chegou até nós através do nosso blog.
Numa primeira abordagem não se identificou, e no seguimento desse anonimato não divulgaremos que se chama Filipe Araújo nem postaremos a foto que segue.

O Filipe completamente estupefacto com as capacidades dos membros do tapa furQs.
Neste momento alguém, por brincadeira, fazia levitar uma banana mesmo à sua frente!!!
Vamos à volta:
Objectivo, Rio de Moinhos.
Foram os padrinhos da volta os arcoenses Serafim, Miguel e Paulino, responsáveis por um dos percursos mais 5* feitos até hoje.

Tudo pronto e alinhado (uns mais do que outros) na primeira paragem para uma foto.
Aqui já o Ang3lo tinha tomado a sua dose de cafeína!!
 O primeiro "obstáculo" foi a passagem de um ribeiro, que sempre nos dá motivos para risota.

Uns passam-no com distinção! Grande Miguel!

Outros há que ficam pelo caminho... e molham os pés.
-Porque é que não fui antes à missa?!, diz o Nuno.

Outros ainda parece que flutuam sobre a água...

Ang3lo com a sua KTM Hidrofoil.

Os trilhos, caminhos e singletracks eram deslumbrantes, simplesmente espetaculares:

Viana, protagonista de uma nova rubrica da crónica... adiante veremos.

A beleza era tanta que tínhamos de tirar outra foto de grupo, para a posteridade:


Um bosque espetacular, (segundo o novo Acordo Ortográfico - A.O.) em Prozelo.  
Na verdade o percurso "gisado" pelo de Serafim e companhia estava a ser de se ficar sem respiração!!! E dirão os mais atentos que era normal, tal a beleza da paisagem! Puro engano!! A verdade é que aquilo subia e subia e não eram poucas as vezes em que "a penantes" era o único remédio!
Exceção feita (viram, de novo o A.O.), talvez, ao Agostinho e Steven, que se esquecem de olhar para o "inclinómetro"!!

Tudo está muito bem, mas aqueles que habitualmente lêem estas crónicas, todos os três, já se admiram por faltarem muitos dos ingredientes que são habituais nas "domingueiras" do tapa furQs.
A esses diremos: calma, que já lá vamos. Primeiro é preciso vencer o cume!

E cá está ele, o ponto mais alto da freguesia de Prozelo, o Penedo do Navio e o marco branco.


Logo o Ang3lo se fez valer dos seus conhecimentos de escalada, para poder tirar a foto do melhor ângulo.
O curso tirado pela Internet, via Moodle, aqui a dar os seus frutos. Impressionante o que o ensino à distância pode
fazer por aqueles que se apliquem de corpo e alma, mesmo nas matérias mais improváveis ! 

E aqui está o excelente resultado. Ótimo enquadramento.

Esta outra foto foi tirada pelo também profissionalíssimo Serafim.
Repare-se como bem instruiu os fotografados nas suas poses, com destaque para os extremos
Filipe e Paulino, ambos com as mãos nas ancas, mas cheios de atitude! 

A esta altura já o Viana tinha protagonizado o MOMENTO LUA VERMELHA:

Mais uma queda, felizmente que a bicicleta não sofreu qualquer mazela (ou talvez não)!

Será das meias azuis?! Ou das sapatilhas Sanjo, essa tão conceituada marca de calçado para BTT?!

Tirando o pequeno precalço, o passeio estava a ser fantástico, mas uma imagem vale por mil palavras:


Grande Victor! Ou será Vitor?!?!?
Feitas as contas todos os treze chegaram ao cume (quase) sem mazelas, e todos aproveitaram para o reforço alimentar, descontrair, e beber da magnífica paisagem, antes de voltar aos trilhos.

O Agostinho ao centro (também conhecido por aquele-cujo-nome-não-podemos-divulgar)
emoldurado pelos manos Rui e Nuno.
Ang3lo e Serafim a postos para reiniciar as hostilidades.
Estava na hora de voltar, para a segunda parte do percurso.

No entanto, a fim de não cansar os leitores (e o cronista), desdobraremos esta crónica em duas partes, pelo que damos aqui por concluída a primeira.
Chamamos no entanto a atenção que a segunda está recheada de grandes momentos, e que também houve algum BTT!!!

Não percam!

Abraços tapa furísticos,

Alone Ranger.