quarta-feira, 15 de junho de 2011

SUBIDA À SERRA D'ARGA


SRª DO MINHO


Há já algum tempo, que estava prevista por parte dos Tapafurques uma visita à Capela da Srª do Minho, na serra de Arga. Domingo essa visita vai realizar-se.





A organização do periplo, fica a cargo dos colegas de Vilar de Murteda, Filipe, Pedro e Zé Costa, com o apoio do Zé Duarte.



Para quem já conhece o percurso, não é novidade o que nos espera, para quem não conhece, fica a promessa de paisagens lindas, subidas de cortar a respiração, fauna e flora diversificada bem como a prespetiva de mais uma manhã bem passada como é apanágio dos Tapafurques.




Às 7.30 junto à Igreja de S. Lourenço da Montaria, é o convite endereçado a todos os que se quiserem juntar aos TapaFurques para mais uma volta domingueira.





Fica uma imagem para aguçar o apetite.















domingo, 12 de junho de 2011

Crónica Domingueira à Sexta-Feira - Objectivo: Lisouros de Cima.

Na sexta-feira foi dia 10 de Junho, Dia de Portugal.

Aproveitando o feriado, alguns dos elementos do tapa furQs BTT Clube reuniram-se para uma manhã dedicada ao BTT.
Muitos foram os ausentes, por isso, por uma questão de "economia processual", identificamos apenas os presentes, Ang3lo, Alone Ranger, Filipe, Viana e Zé Duarte, pois é deles que reza esta história.

Honrou-nos ainda com a sua presença o amigo Moleiro dos Barca Bikers TT, a convite do Ang3lo, e que protagonizou alguns dos episódios da volta, como adiante veremos.

O nosso convidado.
Às 7:30, mais coisa menos coisa, arrancámos em direcção à Labruja, via Caminho de Santiago. Ainda em Arcozelo paragem obrigatória para o costumeiro cafézinho, ou então teríamos que ouvir o Ang3lo de 3 em 3 minutos!!!

De volta ao "trilho", logo fizémos de rajada uns bons 2Km (dois quilómetros) e, como não queríamos puxar muito pelo Moleiro, fizémos uma segunda paragem, junto ao viveiro das trutas.
O calor já apertava, o pó engolido era muito, e decidimos por unanimidade atacar um Favaios bem fresquinho, que a jornada assim pedia.
Já aqui abordamos abundantemente o tema "os perigos da desidratação no BTT", mas nunca são demais estes alertas, principalmente para aqueles que se iniciam agora na modalidade.
O blog tapa furQs faz também "serviço público".

Não se enganem os mais distraídos com a publicidade no copo a uma "beberage" estrangeira;
trata-se do bom e nacional Favaios, ou não fosse Dia de Portugal!!



Em cima, dois dos elementos mais desidratados!
Animados, vá-se lá saber porquê, atacámos a subida à Labruja com a garra e determinação, que é apanágio do tapa furQs, deixando o nosso Moleiro admirado com as capacidades bttísticas do grupo, ou seja, a capacidade de dizer mais disparates sobre BTT (e outros) por quilómetro percorrido, principalmente por parte do Alone Ranger, que com tais devaneios até se esquece de pedalar.

Enquanto o diabo esfrega um olho (coisa que deve fazer muitas vezes, pois que isto onde há fogo há fumo), dizíamos, enquanto o mafarrico esfrega um olho já nós chegávamos ao local onde existe a denominada "cruz dos peregrinos" ou "cruz dos mortos", local obrigatório para uma foto.



Ok, duas fotos.

Hora de seguir viagem, quando fomos surpreendidos pelo Moleiro, que antes de iniciar a marcha decidiu trocar de calçado, para um mais confortável?!
Explicou-nos que sai sempre com pelo menos dois pares de camisolas, que vai vestindo e tirando ao longo do percurso (como pudémos constatar, qual Bárbara Guimarães em plenos Globos de Ouro) mas não dispensa também dois pares de calçado, que vai alternando, conforme o tipo de piso, mais duro ou mais rolante.
Eis aqui o segundo par:


Não há dúvida, conforto e arejamento, dois predicados essenciais para o pé do ciclista.
O tapa furQs, apesar de muito à frente em termos de nutrição e hidratação dirigidos para a prática do BTT,
no que concerne ao calçado, tem ainda muito para evoluir.

Isto é sempre a aprender, e por isso é tão importante este convívio entre os ciclistas, pois ninguém nasce ensinado, e é a prática e os bons exemplos de quem já anda nestas andanças há mais tempo, que permitem a boa evolução na modalidade.

Daqui para a frente foi "ao calhas", seguimos em direcção a Coura, mas nenhum de nós conhecia aqueles trilhos e estradões, mas isso é que também tem piada, descobrir faz parte do nosso código genético como povo, e era um bom dia para tal.
No monte não há nada que saber em termos de direcção a tomar, pois só há duas, "para cima" ou "para baixo", e para já era "para cima".

Eis-nos chegados a uma lagoa artificial, tempo para recuperar energias com algumas barras ou fruta, tendo o Ang3lo consumido a sua banana "made in Nasa", que tão orgulhosamente tinha exibido na primeira paragem:

   
Na lagoa:


Em segundo plano o Moleiro, com grande técnica, transferindo a água da Lagoa para a sua mochila hidrobag.
Quando saímos pouca água restava, ainda bem que a nescente estava forte!! 
Pois é, para o Moleiro estava destinado ainda mais protagonismo, como a seguir veremos.
Numa das explorações por trilhos novos, atacamos um singletrack que, além de nos levar a lugar nenhum, ia levando a orelha do Moleiro!!!
Arre que não há volta onde não haja sangria, e desta feita coube o azar ao nosso convidado:



"-Podem-me levar a orelha, mas não me levam a boa disposição!!"
Os azares não ficaram por aqui!
O Filipe, o homem que domina os répteis, não trouxe a sua bicla que, segundo ele, foi para a revisão.
Sabemos no entanto por portas travessas que tal não é verdade, o homem depois de tantas avarias e furos decidiu mandá-la para Vilar de Perdizes para lhe ser feito um exorcismo, sob a orientação do Padre Fontes.
Na bicicleta emprestada (pelo seu compadre ou pelo padrinho da sua filha, não sabemos bem) tudo corria sobre rodas até... furar, pois claro!!


A bicicleta já não rodava há muito tempo, e na roda estavam dois... teixugos!!
Reunido de emergência o conselho tapa furQs, decidiu-se que o Zé Duarte não podia ajudar, de modos que num instante estava o furo reparado!



Posição pouco confortável para accionar a bomba, mas segundo o próprio, muito eficiente.
À cautela o Ang3lo decidiu desviar a cara, não fosse ficar KO.

Estava na hora de voltar, e após alguns enganos e desenganos, fomos parar a um local onde havia duas placas: uma indicava LISOUROS DE CIMA e outra LISOUROS DE BAIXO, duas aldeias do concelho de Paredes de Coura.
O Alone Ranger achou que deveríamos seguir para Lisouros de Baixo, razão pela qual todos se dirigiram para LISOUROS DE CIMA! :)

Chegados à Estrada Nacional, e porque o tempo assim o determinava, fizémos a quase totalidade do regresso por estrada, coisa que não nos agrada muito, voltando a apanhar o percurso de Santiago já em Arcozelo, onde nos cruzámos com dezenas de peregrinos em bicicleta!! Era quase meio-dia, o calor apertava e bem, e desejámos muita sorte a quem àquela hora e tão carregado, ia ainda subir a serra da Labruja!!

Em Ponte de Lima, paragem obrigatória no Telhadinho, onde à falta do pastelinho de bacalhau decidimos, por sugestão da casa, pedir uns não menos apetitosos rissois de leitão.

Zé Duarte a distribuir jogo; um médio de eleição!!

Filipe e Alone Ranger ao ataque, já na recta final.
O fotofinish não foi conclusivo, pelo que tiveram de fazer uma segunda tentativa.

O odómetro contou quarenta e muitos quilómetros, mas como o Alone não levou o gingamoixinhas do GPS, não há os habituais dados altimétricos e percurso. Paciência.

E pronto, chega ao fim mais uma crónica, um pouco atrasada uma vez que a de Domingo foi já elaborada e publicada pelo Zé Duarte, mas ainda assim a tempo.


Abraços tapafuristicos do vosso amigo,
Alone Ranger.



AS VOLTAS DE DOMINGO - STª LUZIA VIANA DO CASTELO

Aos Domingos cumpre-se a obrigação, pelo que não é de estranhar ver os Tapa Furos equipados a rigor, a pedalar pelos caminhos mais íngremes das nossas encostas.
Ao contrario do costume, em que se enumeram as faltas, hoje foi mais fácil contabilizar as presenças. Apenas dois resistentes, salvaram o dia e a honra dos Tapa Furos.
Às sete e meia da manhã foi bonito ver o Zé Duarte e o Filipe cheios de determinação (e sono) a fazerem-se à estrada, ainda indecisos sobre o percurso para o dia. Eco via ou montanha? A duvida provou ser irracional, pois o factor altitude voltou a falar mais alto. Santa Luzia foi o destino traçado, com o intuito de preparar uma futura volta para o grupo completo. Faltaram muitos elementos mas não faltou a boa disposição bem patenteada nas "baboseiras" que se escutavam entre os dois elementos em causa.

Café matinal na Meadela, acompanhado de umas natas quentinhas, para ganhar força para atacar a subida de Santa Luzia, o que foi prontamente conseguido.


Os bons hábitos não se devem esquecer, pelo que a foto do costume impunha-se. Esta demorou um pouco mais a ser conseguida, pois o colega Filipe, ciente de que como éramos apenas dois, ia ter um destaque maior, resolveu dar "um jeito" na imagem (como se isso fosse possível), e toca de se por a pentear, escovar, por brilho base e outros produtos de beleza, com tal determinação que não houve qualquer hipóteses que não esperar pela "donzela".


Depois de uma boa meia hora, lá seguimos para S. Mamede, onde iniciamos a exploração de novos caminhos para presentear os Tapa Furos numa próxima oportunidade. Sobe, desce, torna a subir e a descer, enfim quase tudo normal. Quase tudo porque o anormal foi o Filipe não ter o furo habitual. Parece que finalmente deixou de comprar as câmaras de ar na secção dos insufláveis e almofadas das lojas Chinesas...


Outro facto que já vem sendo normal, dada a quantidade de vezes com que acontece, foi o "beija chão" do Zé Duarte. Decididamente vai ter que comprar umas "rodinhas" para por na bicicleta.



Esta queda tem que ser contabilizada pois foi presenciada pelo colega Filipe e não só...

O regresso fez-se por caminhos, onde Judas perdeu as botas" com o desejo de lá voltar para ver os profissionais com pedais de encaixe a fazerem prova de equilibrismo.

Fica o registo de 40 km bem divertidos, e a promessa de que domingo os faltosos tem o destino traçado.

A parte final foi mais suave, junto ao Rio Lima, com uma paragem para a hidratação do costume.

Saudações Tapafuristicas

quinta-feira, 9 de junho de 2011

ALERTA
Como se pode constatar pelas mundialmente famosas cronicas domingueiras, os Tapa Furos não abdicam de uma boa hidratação, baseada em Favaios.
Descobrimos recentemente que nem todos podem ingerir tão precioso néctar, pois verifica-se imediatamente alterações graves no comportamento...
A ultima vitima conhecida foi o nosso colega Viana, que depois de ver a imagem seguinte:






Perdeu toda a capacidade de comunicar, ou seja, até perdeu a fala, começando em desespero a gesticular de forma pouco humana, pedindo qualquer coisa, que parece -nos que não era àgua...



Foi também descoberta a origem das anacondas recentemente encontradas nos pneus da bicicleta do Filipe.




Afinal tudo não passou de uma brincadeira do colega Serafim, que brincalhão como é, dedica-se a pregar partidas aos demais elementos do grupo. Apanhamo-lo aqui a inserir mais um crocodilo africano na bicicleta de um colega...





Mais revelações brevemente

Saudações Tapafuristicas

terça-feira, 7 de junho de 2011

Maratona BTT 5 Cumes - Amigos da Montanha


Dia 9 de Junho os Amigos da Montanha farão a apresentação da Maratona BTT 5 Cumes edição de 2011.
A apresentação terá lugar no Auditório do Estádio Cidade de Barcelos, pelas 19:30.

Tendo os tapa furQs participado na edição de 2010, é com elevada expectativa que aguardamos a edição deste ano, a realizar em 25 de Setembro de 2011.

Para mais informações visita o site dos Amigos da Montanha 

segunda-feira, 6 de junho de 2011

CRÓNICA DOMINGUEIRA DE 05/06/2011

                                         TAPA FUROS CONQUISTAM STª JUSTA


7:30 da manhã perfilam-se os Tapa FurQs, para mais um périplo do pedal, desbravando os trilhos agrestes, enfrentando sem medo, as já costumeiras anacondas e jibóias, (consta-se que nidificam nos pneus da bicicleta do Filipe), bem como os seguranças privados da mochila mistério do Valente. Fora isto, tudo mais são facilidades para os Tapa FurQs.

À chamada, faltaram três elementos. O Miguel o Isá e o Paulino. Ausências previamente autorizadas e justificadas. Impõe-se aqui, fazer uma ressalva à falta do Paulino, uma vez que se encontrava em missão oficial, a representar os Tapa Furos junto da Selecção Nacional que tinha um importante desafio a vencer no sábado passado. Exemplos vencedores eram precisos, e a Federação Portuguesa de Futebol não brinca em serviço, vai daí, endereçou o convite aos Tapa FurQs, pelo que numa missão patriótica, abdicamos do nosso amigo Paulino, e recordando a volta de Sistelo, recambiamo-lo para bem longe de nós. Fontes próximas da família, confidenciaram-nos que o meliante disse à esposa que ia ter uma reunião de trabalho... Francamente Paulino essa já tem barbas.
Voltando à nossa volta domingueira, coube ao Duarte a tarefa de organizar o percurso, e pela quantidade de asneiras e parvoíces que se disseram durante o mesmo, o pessoal gostou. Início em Serreleis e siga para Santa Justa em Estorãos.
Desta vez não houve avarias, répteis escondidos nos pneus, quedas, meias quedas ou arranhões, e não fora a aventura que foi tomar um café matinal tudo tinha corrido na perfeição. Não sabemos bem se era falta de jeito natural ou naturalmente falta de jeito do homem do “Tasco”.


Primeiros Km decorridos, num misto de caminhos em terra, calçada à Portuguesa e alcatrão, com o ponto alto a verificar-se na travessia de um riacho, onde a expectativa de ver alguém a fazer figura triste, foi frustada. Ninguém quis colaborar...









Com a boa disposição do costume, imponha-se a paragem para a fotografia do grupo, sendo o local escolhido a Quinta da Ferreira em Meixedo.



Por esta altura, já os cronómetros, manómetros termómetros e afins, marcavam uma temperatura propicia a criar a tentação de verificar se na mochila do Alone exista ou não o tal frigorifico…Não fora a acção dissuasora dos agentes de segurança, e estou certo que tinha ocorrido um ataque impiedoso do grupo ao colega Valente…

Mais uns Km percorridos, umas quantas parvoíces atiradas uns aos outros em jeito de apoio emocional, uns kg de pó acumulados, que nos conferia um bronzeado tipo trabalhadores das minas de Aljustrel, e eis-nos chegados ao segundo objectivo do dia: O início da serra de Arga em Vilar de Murteda. Hora de temperar as forças com umas bananas e uns chocolates, isto para a maioria, pois aqui verificamos que estrategicamente o Alone afastou-se do grupo, a pretexto de procurar uma sombra, pelo que foi com espanto que demos com ele a estender uma toalha e a abrir a lancheira em pleno pic-nic. Pelo aroma que se fazia sentir à sua volta, ia jurar que até frango churrasco tinha consigo…

O apelo da serra fazia-se sentir com intensidade, o grupo estava com dificuldade em segurar o Serafim e o Agostinho, pelo que lá continuamos a “peregrinação” a Stª Justa.


Nesta altura começaram os insultos ao Serafim, que durante a semana, na consulta democrática que se fez aos Tapa FurQs no sentido de saber se queriam montanha ou ecovia, se atirou ao chão e ameaçou não comer a sopa toda, se não fossemos para a montanha. Tivemos que lhe fazer a vontade.

E como diz o ditado popular “o caminho faz-se caminhando” a montanha estendia-se diante dos nossos olhos com uma paisagem de fazer esquecer as dificuldades, o calor e a birra do amigo Serafim, e eis-nos chegados à vista do objectivo: a capela de Stª Justa, escutando-se mais uma vez as mentiras piedosas do costume “é já ali…” “agora é sempre a descer”... Tudo treta, subidas as trás de subidas, e o cume foi conquistado com a determinação do costume. Imponha - se mais uma sessão fotográfica e mais uma dose de bananas e chocolates.



E porque a crónica já vai longa, é a hora de regressar, agora a um ritmo mais acelerado pois a descidas eram a isso propícias. A destreza dos Tapa FurQs no domínio total das máquinas, foi demonstrado, evitando quedas, sustos e arrepios. O regresso impunha um terreno menos íngreme, porque as pernas começavam a tremer, e não era com o frio. Assim entre caminhos e atalhos com uns enganos à mistura, chegamos a Lanheses onde o grupo foi separado, pois a hora já ia avançada e os três colegas Filipe, Pedro e Zé tiveram que atalhar caminho, para azar deles como se verá no final. Os restantes seguiram caminho junto ao Rio Lima, com paragem para mais uma sessão fotográfica. A última dificuldade foi vencida com a subida do Barco do Porto e a chegada ao ponto de partida. Foi com satisfação que confirmamos entre todos que os Tapa FurQs tinham atingido a marca dos 53 Km. Um recorde, tendo em conta o espírito que nos move…



Mas a volta não estaria completa sem uma boa hidratação… e como uma imagem vale mais do que mil palavras…

Sexta feira, feriado nacional, os Tapa FurQs prometem não deixar os créditos por mão alheias, e voltar a conquistar mais uma montanha qualquer num local perto de si.

Mais fotos: no album dos Tapa FurQs

Saudações tapafuristicas.

sábado, 4 de junho de 2011

A MOCHILA DO ALONE: OS FACTOS

Durante esta semana muita tinta correu sobre a mochila do Alone Ranger.

Para evitarmos mais especulação, até porque muito do que foi dito não corresponde à verdade (o Sr. Aleixo Tábua, por exemplo, declarado desaparecido desde 1968, fez uma plástica e aparece quase todos os dias na televisão, ainda que nenhum dos familiares e amigos o reconheça, em Mértola ou fora de Mértola; responde pela alcunha de emplastro, e afirma ser filho do Pinto da Costa!).

Contudo alguns dos factos revelados pelo Wikileeks são verdadeiros, nomeadamente a capacidade de armazenagem fora do comum da dita mochila.

Uma vez que já não é possível manter o segredo, e em resposta à questão formulada, estamos autorizados a revelar que a tecnologia que serviu de base à construção daquele equipamento remonta já ao ano de 1979, e foi desenvolvida num laboratório secreto, do qual apenas sabemos que ficava num local chamado de Olimpo, mas que ainda hoje poucos são aqueles que sabem a sua localização exacta.

Nos anos oitenta o primeiro protótipo foi utilizado com bastante sucesso por um rapaz de seu nome Sport Billy, projecto esse que foi entretanto abandonado, por razões que também se desconhece.


O Alone Ranger, após meses de pesquisa, conseguiu ter acesso à dita tecnologia e transporta hoje o protótipo especificamente desenvolvido para a prática do BTT.

Veja-se o aspecto da anterior versão, nas mãos do Sport Billy:


Aqui um pequeno vídeo demonstrativo das capacidades quase infinitas de tal invento:


Esperamos assim pôr termo a todas as especulações e fabulações sobre este tema.

Estamos ainda em condições de adiantar que o tapa furQs BTT Clube conseguiu já registar a patente da mochila Alone Ranger, estando em negociações com uma multinacional para a produção e distribuição em larga escala.
Os interessados poderão desde já candidata-se a ser um dos primeiros a ter tão precioso objecto, bastando para tal contactar-nos através do nosso e-mail.