segunda-feira, 18 de julho de 2011

Mais pormenores da subida à Senhora do Minho e Track

O percurso realizado no domingo passado, segundo os dados fornecidos pelo GPS:

O sobe e desce da volta. 
Distância: 35,6 Km;
Ganho de elevação acumulado: 1.353m.


O track pode ser obtido AQUI: Montaria - Senhora do Minho

domingo, 17 de julho de 2011

A volta domingueira: primeiras impressões.

Hoje foi dia de volta domingueira, como habitual.

O destino era a Senhora do Minho, já há muito programado e que hoje se concretizou.

Oportunamente faremos o relato da aventura, mas durante a volta fomos recolhendo alguns depoimentos, e aqui fica aquele que, talvez, melhor resume os acontecimentos de hoje, da autoria do Nuno Barreto.

Usando de uma magnífica metáfora, assim resumiu o Nuno a volta, até então:



Fantástico! Obrigado Nuno.

Para breve a crónica. Não percam!

Abraços tapafurísticos

Alone Ranger

quarta-feira, 13 de julho de 2011

A parte II da crónica domingueira e os nossos ratings.

Pois cá estamos para o relato da segunda parte da volta.

Vamos então situar-nos, estáva-mos em Prozelo, no alto do cume do Penedo do Navio.
Nestas voltas, e devido ao respeito que o tapa furQs nutre pela natureza e pela sua preservação, muitos têm sido os animais que encontramos, selvagens ou domésticos, sendo que alguns até nos acompanham ou connosco interagem.

Alguns estarão a pensar que isto já tem água no bico, se calhar estaremos a referir-nos a alguém, que este cronista tem a mania que é engraçado; nada disso! Refiro-me, e podem atestar nas crónicas precedentes, que não raras vezes nos deparamos com garranos (alguns até de raça leiteira), raposas, coelhos, gado vacum, cães (muitos), isto já para não falar nas aves de rapina, em particular o milhafre que teima em seguir o Zé Duarte, e que na última volta levou a roda da frente de Serafim!

Desta feita falamos de um belíssimo representante da ordem Lepidoptera, que também subiu ao cume:

Cá esta ela, mesmo em cima de um dos 5 cumes.
Como desconhecemos a que espécie se reporta, e podendo até tratar-se de uma nova, que não das
cerca de 150 que existem em Portugal, logo tratámos de denominá-la de Tapafura favaíta.
 Hora então de regressar, e o Serafim, na frente da organização da volta, dava as últimas instruções ao Miguel sobre os detalhes do percurso, enquanto as tropas reuniam.

Enquanto isso, o João aproveitava para acabar com o stock de bananas que
 transportava na sua mochila.
Iniciámos a descida, com a cautela que é nosso apanágio, para chegar-mos a casa sem mossas ou mazelas, não é Viana?

Sem palavras. Já não é o momento lua vermelha, é o
MOMENTO SARRABULHO!
Entretanto o Serafim, levando ao extremo o seu papel de líder, foi afastando as silvas e o tojo para que não puséssemos em risco a integridade do nosso equipamento oficial, que alguns trajavam.

Antes uns arranhões que umas malhas puxadas!!!!
De enaltecer a atitude do nosso líder da volta. Á próxima será organizada pelo Filipe e esperamos dele
a mesma dedicação e atitude, isto se não se entreter a reparar furos!
Eis-nos chegados ao lugar de Pousada, freguesia de Rio de Moinhos.
O lugar tem um nome que sugere hospitalidade, e depressa descobrimos porquê.
Na tentativa de repormos o stock de H2O (o Alone já tinha bebido 3 litros), pedimos a devida autorização junto de uma habitação para colhermos o precioso líquido num tanque junto ao caminho.
Logo a dona da casa, a Sr.ª Maria, reconhecendo o Serafim , ilustre habitante da freguesia, nos colocou o seguinte dilema:

-Não querem antes vinho?!

Logo todos responderam que não, não podia ser, muito obrigado, água estava muito bem, até estava fresquinha, éramos muitos e tínhamos terra nas sapatilhas (as da marca Sanjo carregam muita terra), havia até menores no grupo, a brigada podia estar mais adiante à saída da aldeia, não queríamos dar trabalho etc, e por isso... logo ACEITÁMOS O CONVITE!

A Sr.ª Maria já a caminho da adega, enquanto o Nuno pensava: na missa só o Padre bebe vinho!!!!! 
Logo se estenderam passadeiras, para cortar o vento, pois tínhamos as camisolas
transpiradas e o Viana arrefece quando está muito tempo parado!
As imagens que seguem não carecem de mais palavras, falam por elas mesmas, mas não resistimos a alguns comentários:

Um líder é sempre um líder!! Ouviste, Filipe Ramos??
O Steven tentando levar a garrafa! Felizmente o Alone estava atento e já a tinha esvaziado.
O Rui a contar a história da borboleta:
- Foi então que ela me atacou por trás, e eu que não tinha comigo o meu comando da MEO!...
O Alone Ranger, que nesta vertente da modalidade está sempre à frente! 
A Sr.ª Maria, a anfitriã, ao centro, a quem homenagiamos. Um grande bem-haja para o Sr. Augusto Barros,
o dono da casa, ausente em trabalho (alguém neste país tem de o fazer).
Estava no entanto o seu cunhado,  o Sr. José António (ou Zé Tone, como é conhecido), à direita,
que tão bem manuseou o saca-rolhas.
Uma palavra também para a simpatia da D. Benilde, à esquerda, e para o pequeno Tiago, que não tirou
os olhos de tão inesperada visita. No final confidenciou-nos, o pequenito, que quando fôr grande também
vai ser ciclista, mas quer uns calções como os do Nuno, que os outros têm ar de apertar muito os tintin...... 
e tem medo de ficar como o Ang3lo, sempre a tossir!!
Um brinde aos nossos anfitriões e ao tapa furQs BTT Clube! Hip Hip, Hurra!
Para alguns atletas o percurso podia acabar já ali, mas estava na hora de regressar, até para bem da adega do Sr. Barros.

Continuaram então as descidas....


E as subidas...
"Pensei que agora era sempre a descer...", diz o Alone para os seus botões.
Mais à frente, já o Ang3lo aguardava pelos últimos atletas, do alto da sua cátedra:


Alguns pensarão que se trata de uma piada sobre agências e ratings...
Tudo corria bem, mas já há algum tempo que o Viana se vinha queixando de problemas ao nível do ABS, e tal...

E antes da descida em causa, verificou o material, valendo-se de todo o seu expertise e saber
sobre mecânica de velocípedes.
E vai daí, PIMBA, no final da descida fica sem travões, e nao cai num valado por sorte, aliada a uma boa dose de reflexos, segundo nos contou pois não vimos, e a uma singela mas providencial rede de arame!!!!

O tombo podia ter sido grande!!!
Felizmente para a história só ficou o SUSTO, e uns arranhões.

Logo uma equipa de peritos se juntou para analizar o problema e identificar a origem do mesmo.
Enquanto o Viana, ainda em estado catatónico, recuperava o fôlego, já alguém aventava (sem sequer
aguardar pelo relatório do colégio de peritos) que se calhar tinha sido o vinho que lhe tinha subido às pernas!!
Entretanto o Rui, para espanto e admiração de todos, decide abrir a farmácia
que transporta na sua mochila!!!!
Até o Alone Ranger ficou admirado! Como tinha mandado de férias o Aleixo Tábua
não conseguia aceder à secção dos antisépticos e afins.
Inaugurou então o Viana o que chamaremos de MOMENTO BETADINE, passe a publicidade.

Cá está, o MOMENTO BETADINE.
À falta do Isá, o nosso mestre da mecânica, o Agostinho tomou conta das operações tendentes à resolução do problema, até porque possui uma máquina igual.

Enquanto isso o Ang3lo ouvia horrorizado o relato do acidente feito na primeira pessoa.
Note-se quão impressionado estava! Ouvia com tamanha atenção, que alguém lembrou que
naqueles momentos ninguém o ouviu tossir!
Refeitos, o Viana e o Ang3lo, este último ainda sugeriu que fôssemos pedir água na casa cujo logradouro utilizámos para as reparações e primeiros socorros:

-Que dizeis, vamos pedir água?
Achamos que não, que os minutos passavam, e estava na hora do regresso.
Conferenciou-se e decidiu-se que o Viana faria a última parte por estrada, juntamente com alguns dos nossos convidados, nesta fase já um pouco atrasados para os seus compromissos familiares, já que o resto do percurso ainda tinha algumas partes mais técnicas.

O destino era o Solar da Quinta de Aguiã, uma belíssima casa com torre medieval ao centro, berço do famoso e galardoado Vinho Aguião, néctar que infelizmente este vosso cronista ainda não provou.

O belíssimo solar, infelizmente em estado de degradação e abandono.
Ali se improvisou um tripé para aquela que seria a última foto da volta:

Engenho e arte, caraterísticas dos tapa furQs.
O grupo remanescente, já em jeito de despedida.
De Aguiã aos Arcos "foi um tirinho", perdoem-me a expressão, e deu-se então por encerrada mais uma volta domingueira.

Os mais atentos e aqueles que seguem estas crónicas farão no entanto um reparo:
Então e não houve Favaios?

Pois é verdade, não houve! Razão suficiente para, à primeira vista, comprometer a notação dada pelas mencionadas agências de rating (Moody's, Fitch e Standard & Poor's) deixando-as numa situação, digamos, de pouca credibilidade!

No entanto, os peritos oficiais e credenciados (os proprios tapa furQs), secundados pelos seus convidados, foram unânimes na sua avaliação: VOLTA DOMINGUEIRA 5*

Despede-se com amizade, como diria o saudoso Eng. Sousa Veloso,

Alone Ranger

PS: Domingo há mais!!


terça-feira, 12 de julho de 2011

Moody's, Fitch e Standard & Poor's e a crónica domingueira.

Ainda não é oficial mas podemos adiantar, de fonte segura, que as agências de rating Moody's, Fitch e Standard & Poor's estão a pensar criar uma nova notação para atribuir à volta domingueira do passado dia 10, uma vez que o "AAA", actual máximo, parece não ser suficiente para a classificar.
 Especula-se que será algo como AAA+ ou AAAA, sendo o último A de "altamente".

Mas vamos ao início.
Não estiveram presentes o Pedro (que durante uns tempos estará ausente), o Zé, o Filipe, o Isá e o Zé Duarte.
Como sempre lamentamos as ausências dos companheiros, sendo que à partida ficávamos já com duas certezas: não estando o Filipe o número de furos na volta já não deveria ultrapassar a meia dúzia, e não haveria problemas com os "milhafres", que teimam em seguir o Zé Duarte.

Ao invés alinharam como convidados o "já da casa" Steven, o Nuno dos Barca Bikers TT, e ainda: o Rui, o Victor e o João.
De referir que todos eles estiveram à altura dos pergaminhos tapa furQs, à excepção de um ponto muito importante: nenhum deles trazia Favaios. Sendo a primeira vez vamos fazer vista grossa e dar uma segunda oportunidade.


O Rui, que para além de protagonizar duas ou três quedas
(sem consequências, felizmente, para a bicicleta) foi também o enfermeiro de
serviço, como adiante veremos.
O Victor, à esquerda, e o João, este último o homem do(s) furo(s) nesta volta.
Repare-se no sinal de aprovação!!

Acompanhou-nos também nesta volta alguém que não conhecíamos, e que chegou até nós através do nosso blog.
Numa primeira abordagem não se identificou, e no seguimento desse anonimato não divulgaremos que se chama Filipe Araújo nem postaremos a foto que segue.

O Filipe completamente estupefacto com as capacidades dos membros do tapa furQs.
Neste momento alguém, por brincadeira, fazia levitar uma banana mesmo à sua frente!!!
Vamos à volta:
Objectivo, Rio de Moinhos.
Foram os padrinhos da volta os arcoenses Serafim, Miguel e Paulino, responsáveis por um dos percursos mais 5* feitos até hoje.

Tudo pronto e alinhado (uns mais do que outros) na primeira paragem para uma foto.
Aqui já o Ang3lo tinha tomado a sua dose de cafeína!!
 O primeiro "obstáculo" foi a passagem de um ribeiro, que sempre nos dá motivos para risota.

Uns passam-no com distinção! Grande Miguel!

Outros há que ficam pelo caminho... e molham os pés.
-Porque é que não fui antes à missa?!, diz o Nuno.

Outros ainda parece que flutuam sobre a água...

Ang3lo com a sua KTM Hidrofoil.

Os trilhos, caminhos e singletracks eram deslumbrantes, simplesmente espetaculares:

Viana, protagonista de uma nova rubrica da crónica... adiante veremos.

A beleza era tanta que tínhamos de tirar outra foto de grupo, para a posteridade:


Um bosque espetacular, (segundo o novo Acordo Ortográfico - A.O.) em Prozelo.  
Na verdade o percurso "gisado" pelo de Serafim e companhia estava a ser de se ficar sem respiração!!! E dirão os mais atentos que era normal, tal a beleza da paisagem! Puro engano!! A verdade é que aquilo subia e subia e não eram poucas as vezes em que "a penantes" era o único remédio!
Exceção feita (viram, de novo o A.O.), talvez, ao Agostinho e Steven, que se esquecem de olhar para o "inclinómetro"!!

Tudo está muito bem, mas aqueles que habitualmente lêem estas crónicas, todos os três, já se admiram por faltarem muitos dos ingredientes que são habituais nas "domingueiras" do tapa furQs.
A esses diremos: calma, que já lá vamos. Primeiro é preciso vencer o cume!

E cá está ele, o ponto mais alto da freguesia de Prozelo, o Penedo do Navio e o marco branco.


Logo o Ang3lo se fez valer dos seus conhecimentos de escalada, para poder tirar a foto do melhor ângulo.
O curso tirado pela Internet, via Moodle, aqui a dar os seus frutos. Impressionante o que o ensino à distância pode
fazer por aqueles que se apliquem de corpo e alma, mesmo nas matérias mais improváveis ! 

E aqui está o excelente resultado. Ótimo enquadramento.

Esta outra foto foi tirada pelo também profissionalíssimo Serafim.
Repare-se como bem instruiu os fotografados nas suas poses, com destaque para os extremos
Filipe e Paulino, ambos com as mãos nas ancas, mas cheios de atitude! 

A esta altura já o Viana tinha protagonizado o MOMENTO LUA VERMELHA:

Mais uma queda, felizmente que a bicicleta não sofreu qualquer mazela (ou talvez não)!

Será das meias azuis?! Ou das sapatilhas Sanjo, essa tão conceituada marca de calçado para BTT?!

Tirando o pequeno precalço, o passeio estava a ser fantástico, mas uma imagem vale por mil palavras:


Grande Victor! Ou será Vitor?!?!?
Feitas as contas todos os treze chegaram ao cume (quase) sem mazelas, e todos aproveitaram para o reforço alimentar, descontrair, e beber da magnífica paisagem, antes de voltar aos trilhos.

O Agostinho ao centro (também conhecido por aquele-cujo-nome-não-podemos-divulgar)
emoldurado pelos manos Rui e Nuno.
Ang3lo e Serafim a postos para reiniciar as hostilidades.
Estava na hora de voltar, para a segunda parte do percurso.

No entanto, a fim de não cansar os leitores (e o cronista), desdobraremos esta crónica em duas partes, pelo que damos aqui por concluída a primeira.
Chamamos no entanto a atenção que a segunda está recheada de grandes momentos, e que também houve algum BTT!!!

Não percam!

Abraços tapa furísticos,

Alone Ranger.




segunda-feira, 11 de julho de 2011

Cumpriu-se mais uma volta domingueira: o track.

Cumpriu-se a volta domingueira e o gingamoixinhos do GPS registou tal como segue:

Os altos e baixos de uma volta "em alta".


Distância: 28,4 Km;
Ganho de elevação: 1.107m;

Para descarregar o track: Arcos de Valdevez - Rio de Moinhos

terça-feira, 5 de julho de 2011

Ponte da Barca/Caçapedro: O Track.

O sobe e desce de Domingo passado.
Os dados:

Distância: 30,5 Km;
Ganho de elevação/acumulado:1247 metros;
Declive máximo/subida: 25,9%;
Declive máximo/descida: 25,5%

Abraços.

O Track: Ponte da Barca - Caçapedro

Ponte da Barca, palco da última crónica domingueira.

Domingo, 3 de Julho de 2011.

Mais uma crónica domingueira.
Vamos à pauta e identificamos desde logo os faltosos. Desta vez não vamos nomeá-los mas antes indicá-los. São eles, da esquerda para a direita, para quem olha para a foto que serve de título ao nosso blog: o nº3, o nº 5, o nº 6 e o nº 10.

Original e bastante interactivo este início de crónica não acham? Pois ainda bem.

E perguntam vocês: E os habituais convidados? Claro que houve convidados! Foram dois, o já conhecido Steven e o Nuno dos Barca Bikers TT, que pela segunda vez alinha com os tapa furQs.


O Steven. A foto não é completamente explicita, mas dá para notar que
já se equilibra sem as habituais rodinhas laterais.

O Nuno, à esquerda! Neste momento, já no meio da prova, quando o Silvino, digo, Serafim
tentava convencê-lo, sem sucesso, a continuar, com palavras de encorajamento tais como
"o pior ainda está para vir" ou "vamos só subir até acolá" etc.

Estreamos aqui um pequeno apontamento de entrevistas, o também chamado "flash interview", como soi dizer-se na comunicação-social.
Foram entrevistados os nossos dois convidados. Em discurso directo:

tapa furQs : - Bom dia Steven. Mais uma volta com o tapa furQs, porquê?
Steven: - Gosto muito deles. São pessoas com muitos conhecimentos, muito preparados, ao nível dos melhores!
tapa furQs: - Considera-os portanto uma autoridade no mundo do BTT!?
Steven: - BTT? Não! Nisso das bicicletas são até muito fraquinhos! São é malta fixe!
tapa furQs: - Ah!...

tapa furQs: - Então e tu Nuno? Pela segunda vez com o tapa furQs...
Nuno: - Pois é! Estou muito contente!
tapa furQs: - Pelo enorme desafio que representa, não é?
Nuno: - Bem... Isso do desafio... Eu há um mês que não andava...
tapa furQs: - E querias voltar rapidamente à forma, certo?
Nuno: A verdade é que eu tinha duas hipóteses para hoje: ir à missa ou andar com os tapa furQs.
          Decidi-me por aquela que importava menor esforço físico, para não correr risco de lesões!
tapa furQs: - Ah!...
Adiante, que isto das entrevistas não sei se foi coisa boa!!

Perguntam então vocês: E a volta, foi altamente?
Que pergunta mais parva, dizemos nós, claro que foi altamente!
Senão vejamos:
Só de acumulado de subidas foi para cima de 1200 metros!!
Ah, e houve muitos mais condimentos:

Houve VELOCIDADE!

Isá a WARP3!

Houve PERIGO!

Os tapa furQs em contra-mão!!
Não se trata de um uma violação ao código da estrada pois o sinal encontrava-se completamente
oculto pela densa vegetação. O Zé Duarte logo tratou de repor a sinalização vertical.

BELAS PAISAGENS



Uma bela lagoa, de água cristalina.

ALGUMAS AVARIAS


A gingamoixinhas do Zé com problemas ao nível do ABS.

FUROS


No pneu novo do Viana

E uma boa dose de LOUCURA

Ang3lo utilizando um protótipo para microgeração com painel solar ambulante.

Estes foram então alguns dos ingredientes.

Quanto à crónica propriamente dita:

À hora costumeira juntaram-se os tapa furQs em Ponte da Barca.
A boa disposição logo pela manhãzinha é bem patente. Ang3lo e Isá os anfitriões.
O cafézinho veio logo a seguir, ou não fosse o Ang3lo um dos guias.
O pelotão seguia bastante compacto, como se pode aferir da foto seguinte:


Andamentos muito similares nesta fase...
Seguimos animados, muito disparate mas não mais do que o costume, e eis-nos chegados à capela da Senhora da Paz, onde tiramos a costumeira foto de grupo, junto do anjo:
tapa furQs & friends. Steven à esquerda e Nuno o camisola amarela.

Aqui, num enquadramento irrepreensível, da autoria do Ang3lo.

Daqui em diante o percurso era desconhecido para boa parte de nós. Muito bom, variado, e com as paisagens como sempre deslumbrantes. O calor não apertava, pois o sol esteve escondido, mas a amena temperatura convidava à pedalada.

Como novidade tinha-mos também a estreia da mochila/ hidrobag do Zé Duarte, a qual foi apelidada pelo Alone Ranger de Salamandra.
Tantas foram as vezes que o Zé foi apanhado, digamos, com a boca na botija, que houve quem insinuasse que não era água que ele levava na mochila!

Zé Duarte, em primeiro plano, de salamandra às costas.

Zé Duarte em hidratação a 75mph!

O Zé não largava a bicha!!
Seguindo até Caçapedro, uma altura ou outra houve onde nos enganámos, coisa de pouca importância, pois também disso é feito o BTT.
As subidas não tiravam o ânimo aos atletas, que seguiam valentes, ou seguiam o Valente (Alone Ranger), em grande forma!!


Alone imparável. Até mesmo o Steven teve dificuldade em acompanhar, tal o ritmo imposto.

Tudo estava bem até o Viana comunicar à malta, numa altura em que levava a bicla à mão: FUREI !!!


De seguida, o mesmo Viana lança a BOMBA ATÓMICA: É que eu nunca mudei um furo!
Olhámos uns para os outros, não queríamos acreditar, mas era verdade. O homem não sabia mudar uma câmara de ar ou remendá-la.
Alguém tinha feito asneira, e da grossa, na altura dos testes de admissão para o tapa furQs e avaliação curricular!!!


E agora? E o livro de instruções?

Tornava-se necessário intervir rapidamente e, ao sinal do Alone, Miguel e Steven logo seguraram o Zé Duarte, para o impedir de ajudar na reparação, e assim não perdermos tempo precioso.


Enquanto isso o Isá passou a dar uma formação intensiva ao Viana sobre reparação
de furos e mudança de pneus e câmaras-de-ar.
O problema era grave, e soluções drásticas foram postas em prática:


Tudo o que havia na mochila do Alone, que tivesse cola, foi utilizado: desde tapa furos a fita isoladora.
Um trabalho de mestre que honra o nosso nome tapa furQs. Há quem também nos apelide de os recauchutadores!
Enquanto os trabalhos prosseguiam uma ave de rapina, pensamos que um milhafre, aproveitou a nossa desatenção e levou a roda da frente da bicla do serafim!!


Serafim, quase em estado de choque.


Raça do milhafre, que levou a roda do Serafim!
Recuperada a roda, pois alguém acertou na cabeça do milhafre com o comando da MEO, seguimos viagem.
A todo este aparato presenciavam, atónitos, dois habitantes locais:

Gandas malucos, dizia o garrano de raça leiteira!
Já em trajecto descendente, tempo para reabastecimento.

De regresso a Ponte da Barca.

Sem mais incidentes regressámos a Ponte da Barca, mais uma vez sãos e salvos.
A registar apenas uma queda do Serafim, a que este vosso cronista não assistiu, mas sem consequências de maior, felizmente.
Em jeito de finalização, parabenizar os nossos anfitriões Isá e Ang3lo pela organização de mais um fantástico périplo, e agradecer aos nossos convidados Steven e Nuno.

Para finalizar, mais alguns fantásticos registos obtidos pelo equipamento mais sofisticado que existe para este tipo de modalidade, ainda não comercializado em Portugal, mas que estamos autorizados a revelar.
O super helmet cam go-pro.

Viana



Agostinho


Serafim

Alone Ranger

Zé Duarte


Nuno

Ang3lo


Miguel

Steven


Isá


E assim terminamos mais um acrónica domingueira.
Próximo Domingo há mais. :)

Abraços tapa furísticos,
Alone Ranger